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REPORTAGEM

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Entenda o nó que trava o acordo do São Paulo com Daniel Alves

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

13/09/2021 19h24Atualizada em 14/09/2021 11h28

O acordo da rescisão de Daniel Alves com o São Paulo está sendo tratado por advogados de ambas as partes. A primeira parte avançou bastante. Trata-se dos atrasados referentes à direitos de imagem e outros fatores que compunham o salario. A parte da CLT está em dia. Tudo vai ser pago em parcelas.

O que está pegando mesmo é a segunda parte. O São Paulo considera que, ao ser feita a rescisão, seus compromissos futuros até o final do contrato em dezembro do ano que vem estão zerados. Se não há vínculo, não há dívida.

Daniel e seus advogados discordam. Eles querem continuar recebendo os salários até o final de 2022 e acenam com descontos progressivos.

Daniel Alves chegou no meio de 2019. A ideia era ter um plano de marketing que bancasse os salários. Não foi em frente. A DAZN, streaming esportivo seria um dos nomes, mas nada se concretizou. E a dívida foi aumentando, chegando à ruptura e à rescisão travada pelo entendimento diverso sobre a dívida futura.

Errata: o texto foi atualizado
Ao contrário do que informado anteriormente, Daniel Alves chegou em São Paulo em agosto de 2019 e não no início de 2020. O erro foi corrigido.

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