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Galvão Bueno e Ângela Davis juntos, no ótimo Bem, Amigos

bottom angela davis - Editora Boitempo
bottom angela davis Imagem: Editora Boitempo
Menon

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

02/06/2020 12h17

O Bem, Amigos de ontem, 1 de junho, foi ótimo. Totalmente antenado com o que acontece no mundo atualmente, falou muito sobre racismo.

RE houve um consenso. Muito além do básico sou contra o racismo. A partir de uma intervenção do Paulo César Vasconcelos, chegou-se à conclusão mais ampla. Não adianta ser contra o racismo. É preciso ser antirracista.

A frase é de Ângela Davis, professora e filósofa norte-americana, do Partido Comunista e do grupo Panteras Negras.

Uma radical (não é uma crítica) que não tem nada a ver com Galvão Bueno, por exemplo. E ele assumiu a sua lógica. Maravilha. O que era subversivo nós anos 70, passa a ser assimilado por pessoas "normais". Que avanço!!!

Outro consenso dos debatedores foi que "para enfrentar o racismo, é preciso reconhecer que há racismo no Brasil". Outro grande avanço, principalmente quando lembramos que Ali Kamel, pessoa importa na Globo, escreveu o livro "Não somos racistas".

Foi um programão, com Galvão, Cleber, Noriega, Grafite, Paulo Cesar, Caio, Casagrande e Sérgio Xavier.

Menon