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Após fusão com a Fiat, Chrysler prevê receita de R$ 195 bi em 2014

<br>Bernie Woodall

Em Detroit (Estados Unidos)

29/01/2014 14h46Atualizada em 30/01/2014 10h11

Após confirmar sua fusão com a Fiat, a Chrysler informou nesta quarta-feira (29) que sua receita líquida deve subir 11% em 2014, atingindo cerca de US$ 80 bilhões (R$ 195,1 bilhões). A estimativa segue o mesmo ritmo de alta já apresentado em 2013, quando o índice cresceu 10% e alcançou US$ 72,14 bilhões (R$ 175,95 bilhões).

A entrada de capital tem sido impulsionada principalmente por um aumento nas vendas de veículos, que subiram de 2,4 milhões para 2,6 milhões de unidades no ano passado. Cenário bem diferente daquele vivido em meio à forte crise econômica americana, em 2009, quando a montadora chegou a pedir concordata.

No quarto trimestre de 2013, o lucro líquido da Chrysler foi de US$ 1,62 bilhão (R$ 3,95 bilhões), alta de 329% em relação ao ano anterior. O índice inclui um benefício fiscal de US$ 962 milhões (R$ 2,3 bilhões), sem efeito de caixa, referente à liberação de provisões para perdas em ativos fiscais diferidos.

Ajustado o benefício não recorrente, o número cai para US$ 659 milhões (R$ 1,6 bilhão), ainda assim um crescimento substancia no comparativo com os US$ 378 milhões (R$ 921 milhões) aferidos nos últimos três meses de 2012.

Para 2014, a Chrysler espera que o lucro líquido fique entre US$ 2,3 bilhões e US$ 2,5 bilhões (de R$ 5,6 bilhões a R$ 6 bilhões).