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Rio de Janeiro

Imperatriz volta a enredo clássico para saudar 200 anos do Museu Nacional

Tenente dos bombeiros, Flávia Lyra faz sua estreia como rainha da bateria da Imperatriz Leopoldinense - Bruna Prado/UOL
Tenente dos bombeiros, Flávia Lyra faz sua estreia como rainha da bateria da Imperatriz Leopoldinense
Imagem: Bruna Prado/UOL

Do UOL, em São Paulo

13/02/2018 04h00

Marcada por temas históricos, a Imperatriz Leopoldinense, que nos últimos anos apostou em enredos mais populares, reconcilia-se com sua identidade neste ano. Com "Uma noite real no Museu Nacional", a verde, branca e ouro fez uma homenagem aos 200 anos do maior museu de história natural do país, localizado no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro.

Abrindo o desfile, com a comissão de frente e o abre-alas, a Imperatriz trouxe a chegada da Família Real no Brasil e a sua instalação no palácio da Quinta da Boa Vista, onde atualmente está sediado o Museu Nacional. O palácio apareceu no suntuoso abre-alas da escola.

Inspirada no filme "Uma Noite no Museu", a Imperatriz propôs um passeio noturno pelo museu, um dos principais pontos de lazer da cidade. As galerias e exposições de animais, insetos, artigos de museologia e fósseis de dinossauros também foram apresentadas.

O passeio chegou aos tesouros das antigas civilizações, que incluí uma reprodução do sarcófago egípcio da Cantora de Amón –-uma das maiores atrações do local--, em um dos carros. Logo em seguida, Luzia, o fóssil da primeira brasileira, também foi lembrada.

Ao amanhecer, a escola convidou o público a passar uma manhã de lazer na Quinta, como milhares de cariocas fazem durante os finais de semana.