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Universidade de Oxford quer criar vacina contra covid-19 em pílula e spray

Imunizante em forma de pílula pode facilitar proteção da sociedade - Shutterstock
Imunizante em forma de pílula pode facilitar proteção da sociedade Imagem: Shutterstock

Colaboração para o UOL

26/02/2021 09h06

A Universidade de Oxford, que desenvolveu uma das vacinas contra covid-19 aplicadas no Brasil, começou a criar um imunizante em forma de pílula. A possibilidade de um spray nasal também é cogitada para combater o coronavírus.

O objetivo de buscar essa inovação é tornar os programas de imunização mais rápidos, baratos e difundidos. De acordo com o jornal "Independent", existe uma pressão de especialistas e políticos britânicos para que sejam encontradas formas melhores de proteção.

Sarah Gilbert, professora e desenvolvedora da vacina de Oxford, falou a parlamentares britânicos que haveria "muitos benefícios" se você não tivesse que usar agulhas e seringas para proteger as pessoas.

Apesar disso, Gilbert já avisou ao governo que o desenvolvimento dessas novas vias de aplicação vai demorar. E depois de criadas, ainda será preciso levar um tempo para que sejam testadas, tanto na segurança quanto na eficácia.

"As respostas imunológicas que serão geradas por ambas as abordagens serão um pouco diferentes daquelas que obteremos com uma injeção intramuscular. Mas elas têm vantagens potencialmente grandes, e é aí que vamos concentrar nossa atenção", prometeu Gilbert.

A Universidade de Oxford não é a primeira a ter essa ideia. A IosBio, empresa britânica de biotecnologia, fez parceria com a ImmunityBio, dos Estados Unidos, para desenvolver imunizantes orais contra o coronavírus. Existem testes em andamento na África do Sul e nos Estados Unidos.

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