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Fazer um exame de DNA no seu cachorro pode ser uma boa ideia; veja por que

Empresa norte-americana DNA My Dog faz teste genético em cães - Divulgação/DNA My Dog
Empresa norte-americana DNA My Dog faz teste genético em cães Imagem: Divulgação/DNA My Dog

Sarah Alves

Colaboração para Tilt

09/04/2021 11h59

Além de identificar as origens de cada pessoa, o teste de DNA aponta os riscos de desenvolver eventuais doenças genéticas. Mas, você sabia que também é possível fazer o exame em seu cachorro? Nos Estados Unidos, a empresa DNA My Dog presta esse serviço para que os donos entendam os traços de personalidade do animal e possam treiná-lo melhor.

Entender as misturas genéticas em cada um dos animais também é importante porque, assim como nos humanos, pode indicar pistas sobre possíveis problemas de saúde. Em cães mais velhos, o exame pode ser ainda mais determinante.

O exame custa US$ 68,99 (cerca de R$ 382,48) e permite que os donos dos pets recebam os resultados pelos correios em um prazo de até duas semanas. Outro exame da empresa consegue identificar a idade do animal usando uma análise dos telômeros, nome dado às estruturas de proteína e DNA presentes nos cromossomos.

Da coleta ao teste

No caso do exame de DNA, a testagem é simples e se assemelha ao modelo usado em humanos: é só passar um cotonete esterilizado especial na região interna das bochechas. Depois, basta enviar a coleta via correios em um envelope fornecido pelo laboratório, que vai encaminhar os resultados ao endereço do cliente.

Quando a coleta é recebida pelo laboratório, ela é colocada em uma solução que retira as células do cotonete e libera o DNA. As informações do material genético são analisadas e comparadas com um banco de dados da empresa, que reúne cães de raça pura e é considerado a "chave" de todo o processo.

O trabalho de comparação é realizado por um programa de computador que repete a análise milhares de vezes para garantir um resultado confiável.

Segundo a empresa, 2,3% dos resultados têm chance de apresentar erros. Isso inclui principalmente cães com altos níveis de bactérias na boca, o que contribui para a degeneração da amostra antes da extração do DNA, e em raças mistas menos comuns nos Estados Unidos e que não integram a base de dados do sistema.

Junto ao relatório de análise do DNA, é enviado ao dono um certificado com foto e detalhes das diferentes raças que compõem a genética do cachorro. Há divisão das porcentagens de cada uma delas, a indicação dos perfis dominantes e suas análises.