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BGS 2019


Preview: Ori and the Will of the Wisps

Sequência é um dos jogos mais esperados para 2020 - Divulgação
Sequência é um dos jogos mais esperados para 2020 Imagem: Divulgação

Makson Lima

Colaboração para o START

12/10/2019 04h00

"Ori and the Blind Forest" é um dos maiores jogos da geração. Mais, é um dos maiores dentro do gênero plataforma em 2D (2.5D, no caso), logo, as expectativas pela continuação, anunciada numa distante E3 de 2017, não poderiam ser maiores. A data já está cravada: 11 de fevereiro de 2020 e com acesso no dia 1 aos assinantes de Xbox Game Pass. Para apaziguar os ânimos, experimentamos a demo do estande do Xbox na BGS 2019. Foi a mesma do ano passado, mas tudo bem, é pontual para mostrar algumas das grandes novidades que nos aguardam.

Dos controles mais cirurgicamente precisos que você há de encontrar, o primeiro Ori misturou alta dificuldade, exploração um tanto quanto livre e gráficos absurdos, tudo galgado nos clássicos fundamentos das plataformas, e ainda com trama emotiva, que pede aquele lencinho amigo por perto. A demo da continuação não situa quanto a essa última característica, mas mostra uma criaturinha muito mais preparada, versada na arte do combate.

Ori e sua mais nova habilidade

Ori saca uma espada de luz, que mais parece uma extensão de si mesmo, desferindo golpes de forma graciosa, com direito a combos e combinações com outros poderes. É possível personalizar os botões, num esquema bem "Ocarina of Time", atribuindo funções específicas para X, Y e B. Entre as adquiridas naquele momento da demo, um arco e flecha e bombas, também de luz. Pulo duplo e impulsionamento (para qualquer direção, inclusive no ar) vêm de fábrica, assim como a corda luminosa de Ori, presa a bulbos específicos, e isso nos leva a outra grande novidade de "Will of the Wisps": Ori se movimenta através de areia.

E funciona de forma extremamente dinâmica, a fim de acelerar ainda mais o ritmo da exploração. Quem jogou o primeiro, sem dúvida se lembra das sequências frenéticas de perseguição e fuga, numa cadência absurda, exigindo completa atenção e uso absoluto de todas as capacidades adquiridas por Ori e quem o controla até então. Com a navegação por montes de areia, tive a impressão de que essas mesmas sequências estivessem diluídas pelas fases, de forma inteligente. Aliás, design inteligente já se tornou marca registrada da franquia, com seus mapas repletos de galerias, clareiras e diversidade de cenários, e "Will of the Wisps" certamente fará jus. É tudo lindo demais, chega a emocionar.

"Ori and the Will of the Wisps" vai chegar num período bem tumultuado de lançamentos, marcando, da melhor forma possível, o fim de uma geração de consoles. E está na mesma altura de outros pesos-pesados do primeiro semestre, como "Cyberpunk 2077", "Final Fantasy VII Remake", o recém-adiado "Doom Eternal" e tantos outros. Não vejo a hora de voltar àquelas florestas encantadas, lado a lado a uma das criaturinhas mais mágicas dos videogames.

Divulgação
Imagem: Divulgação

START na BGS 2019

Confira os pro-players e streamers que estarão no estande do START:

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