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'Mulher-Maravilha 1984' fez Gal Gadot se emocionar no set de filmagens

Gal Gadot em cena de 'Mulher-Maravilha 1984'
Gal Gadot em cena de 'Mulher-Maravilha 1984'
Divulgação

Beatriz Amendola

De Splash, em São Paulo

17/12/2020 04h00

"Mulher-Maravilha 1984", que estreia hoje nos cinemas, é um filme bem mais ambicioso do que o primeiro estrelado pela amazona. As cenas de ação são mais ousadas, a história é mais colorida, os vilões são mais extravagantes, e Diana Prince está ainda mais poderosa, apesar de solitária.

Diana já está aí há algumas décadas desde o primeiro filme. Ela ainda ajuda a humanidade e faz o que é necessário, mas ela faz isso de uma forma muito discreta, por baixo dos panos. Ela está solitária. Ela perdeu todos os membros do seu time ao longo dos anos.

Gal Gadot, a Mulher-Maravilha, a Splash

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Mostrar a super-heroína em toda a sua glória era um dos objetivos da diretora Patty Jenkins, que começou a elaborar o roteiro de "1984" enquanto ainda trabalhava no primeiro filme, lançado em 2017.

Ele realmente nasceu da pergunta: 'estamos contando a história de origem da Mulher-Maravilha, mas o que não estamos contando?' E eu ainda não havia conseguido explorar algumas coisas, como vê-la usando plenamente seus poderes. Queria ver a Mulher-Maravilha no seu ápice.

Patty Jenkins

Gal Gadot em cena de 'Mulher-Maravilha 1984' - Divulgação - Divulgação
Imagem: Divulgação

O filme entrega isso: Diana faz inúmeras manobras com a ajuda de seu laço da verdade, e tem momentos épicos durante uma perseguição a um comboio de veículos de segurança. E um desses momentos em especial fez Gal se emocionar.

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Ela só não revelou qual, já que a entrevista aconteceu ano passado, bem antes de o filme estrear.

De repente, eu não era Gal Gadot, a atriz do filme. Eu era uma garotinha de Israel, e fiquei impressionada porque, como mulher, nunca havia visto algo assim antes. Comecei a chorar na hora.

Gal Gadot

Para a atriz, assistir a esse momento depois também foi poderoso: "Eu não esperava ficar emocionada, nem o fato de isso ter acontecido comigo. Sabe, eu espero que funcione tanto para o público como funcionou para mim. Eu não esperava que fosse tão emocionante".

Por que 1984?

Dá para se perguntar: por que afinal o ano de 1984 foi escolhido para o retorno da Mulher-Maravilha aos cinemas?

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Para Patty Jenkins, foi uma escolha natural. "Queria ver os poderes da Mulher-Maravilha neste mundo moderno, porque apesar de o filme se passar em 1984, ele fala muito sobre hoje. E de certa forma, 1984 foi o auge da nossa opulência, do excesso, do sucesso".

Gal Gadot em nova foto divulgada de "Mulher Maravilha 1984" - Warner Bros. Pictures - Warner Bros. Pictures
Imagem: Warner Bros. Pictures

Inspiração

Tanto Gal quanto Patty se orgulham do legado do primeiro filme, que arrecadou mais de US$ 800 milhões nas bilheterias e abriu caminho para uma nova leva de blockbusters dirigidos e protagonizados por mulheres, como "Aves de Rapina" e "Capitã Marvel" —este ultimo, da concorrência.

"É ótimo termos sido as primeiras a dar o tom e fazer certo", diz Gal. "E estou muito feliz por termos tantos filmes estrelados por mulheres, de heroínas ou não, como temos agora. Temos 50% de mulheres e 50% de homens na população, então faz sentido que nossas histórias sejam contadas também".

Sendo mãe de duas filhas, eu me sinto muito privilegiada de pessoalmente poder retratar essa personagem tão incrível e icônica, e poder mostrar que elas podem fazer o que quiserem. O céu é o limite.

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