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O que o 'Big Brother Brasil' deveria aprender com 'A Fazenda'

Marcos Mion também vai se destacando como apresentador
Marcos Mion também vai se destacando como apresentador
Reprodução/RecordTV

Leandro Carneiro

De Splash, em São Paulo

01/10/2020 12h00

Estamos concluindo a terceira semana da Fazendola —desculpa Mion, a gente adotou o termo tá?—e aprendemos algumas lições. Mas quem deveria ficar atento mesmo é o Boninho para incorporar algumas coisas.

Mas o que A Fazenda tem melhor que o BBB?

Vem que eu te explico...

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Votação aberta

Chega dessa coisa chata de confessionário e sortear o rosto do amiguinho depois da votação. Vamos falar na cara. Chamar as pessoas de frouxas e de cu***, como Jojo falou para Biel. Quer jogo da discórdia maior?

Dinâmica do jogo

Rodrigo colocou Carol Narizinho no paredão, digo, na roça. Uma semana depois, Carol Narizinho colocou Rodrigo na roça. Isso só é possível que a única forma de você ser o "líder" em A Fazenda é sendo indicado para sair do jogo.

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Voto do público

Também há um mecanismo interessante no reality da Record. As pessoas votam para quem elas querem que fique e não quem sai. O que muda? Isso impede "união" de torcidas. Sabe aquele papo de dois amigos contra um no paredão? Não tem como acontecer, pois cada um precisa defender o seu.

Punição decente

Para com essa de perder estaleca, coisa chata isso. Fulano não tem dinheiro para comprar comida, mas a casa compensa. Corta a água, corta o gás. Faz as pessoas serem punidas de verdade. Temos certeza que Daniel teria problemas no BBB deste ano se isso acontecesse.

Trabalhar

Chega desse papo de curtir as férias na piscina. Vamos trabalhar um pouco né? Os brothers têm a vida muito ganha, o que diminui os stress e as possíveis brigas.

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