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Técnico diz que Neymar ficará sem jogar enquanto não esclarecer futuro

24/08/2019 10h35

Paris, 24 ago (EFE).- Neymar não jogará neste domingo contra o Toulouse, pela terceira rodada do Campeonato Francês, e não voltará a campo com a camisa do Paris Saint-Germain enquanto não esclarecer seu futuro, afirmou o técnico do clube, Thomas Tuchel.

Na entrevista coletiva de véspera da partida, Tuchel disse que o brasileiro "está cada vez mais em forma", mas "a posição do clube é de que se a situação não for clara, ele não poderá jogar"

"Se a situação estiver clara amanhã, poderá jogar, se não, não", frisou.

O treinador alemão declarou que Neymar treinou nesta semana "com bom ânimo" com o restante do elenco, "mas por outro lado a situação com o clube é a mesma" - ou seja, à espera de ele receber uma proposta para deixar o PSG antes do fechamento da atual janela de transferências, em 2 de setembro.

Tuchel reconheceu que a situação de incerteza sobre Neymar "não ajuda" os companheiros, mas alegou que "todo mundo sabe que as coisas são assim" e que "isso sempre acontece com os grandes jogadores".

Neymar não joga pelo PSG desde 11 de maio, e, diante da possibilidade cada vez mais real de que não seja feita nenhuma oferta pelo atacante que satisfaça o objetivo dos dirigentes de recuperar os 222 milhões de euros pagos por sua contratação há dois anos, tanto o brasileiro como o clube se preparam cada vez mais para um cenário de permanência e se esforçam para melhorar o tom da relação.

Por outro lado, o jogador ainda mantém esperança de voltar ao Barcelona e pressiona o clube catalão para que faça uma oferta que agrade ao PSG, segundo o jornal "Le Parisien".

A publicação informou que o presidente do Barcelona, Josep Bartomeu, prometeu fazer uma nova proposta que, como as das últimas semanas, incluiria jogadores e dinheiro.

A imprensa europeia especula ainda que Neymar possa se transferir para o Barça por empréstimo durante uma temporada - com o atacante francês Ousmane Dembélé seguindo o caminho contrário, também por cessão - e com opção de compra por 170 milhões de euros ao final desse vínculo. EFE

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