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Mesmo após ataques de tubarões, WSL confirma etapa em M-River até 2021

O surfista brasileiro Ítalo Ferreira em Margaret River - WSL/Matt Dunbar
O surfista brasileiro Ítalo Ferreira em Margaret River Imagem: WSL/Matt Dunbar

Gustavo Setti

Do UOL, em São Paulo

26/02/2019 17h25

A Liga Mundial de Surfe (WSL) confirmou hoje que a etapa de Margaret River, na Austrália, continuará no calendário do Circuito Mundial de Surfe (WCT) até 2021. No ano passado, o evento foi cancelado após ataques de tubarões perto do palco principal da disputa.

A etapa de 2019 já estava confirmada, e o governo da Austrália Ocidental conseguiu a prorrogação por mais dois anos, até 2021. Em 2019, a janela da competição começa em 29 de maio. 

No ano passado, dois ataques aconteceram na praia de Gracetown, a cerca de 15km do local do campeonato. Alejandro Travaglini precisou passar por cirurgias nas duas pernas, enquanto Jason Longgrass também foi mordido na perna.

Em abril de 2018, o torneio masculino foi disputado em M-River até a terceira rodada, com oito brasileiros na disputa, enquanto a chave feminina parou nas quartas de final até o cancelamento. Posteriormente, a etapa foi finalizada em Uluwatu, na Indonésia, no mês de junho.

Na época, surfistas brasileiros como Gabriel Medina e Filipe Toledo aprovaram a decisão da WSL de cancelar o evento em Margaret River. "Agradeço a WSL que em primeiro lugar se preocupou com a segurança de todos os atletas e cancelou o evento, devido aos últimos acontecimentos", escreveu Medina.

Questionada pela reportagem do UOL Esporte sobre como será feita a segurança dos surfistas, a WSL, através de sua assessoria de imprensa, afirmou que "os procedimentos de segurança serão os mesmos sempre utilizados, porque sempre teve tubarões na região de Margaret River" e ainda disse que "a WSL não iria expor os atletas se não houver segurança".

Em 2018, ataques de tubarões cancelaram etapa do mundial de surfe

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