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Godín chega ao Atlético-MG movido pelo sonho de disputar a 4ª Copa do Mundo

O zagueiro Godín, de 35 anos, foi apresentado pelo Atlético-MG - Pedro Souza/Atlético-MG
O zagueiro Godín, de 35 anos, foi apresentado pelo Atlético-MG Imagem: Pedro Souza/Atlético-MG

Victor Martins

Colaboração para o UOL, em Belo Horizonte (MG)

22/01/2022 04h00

Aos 35 anos, o zagueiro Diego Godín ainda tem muitos objetivos dentro do futebol. Apresentado pelo Atlético-MG, ontem (21), o uruguaio tem metas pessoais e coletivas. Entre os grandes desejos para 2022 está o de jogar a Copa do Mundo de 2022, no Qatar.

Com três participações em Mundiais no currículo, semifinalista em 2010, Godín viu na proposta do Atlético a oportunidade de unir o útil ao agradável. O Galo vai dar ao zagueiro um time competitivo, capaz de brigar pelos principais títulos e, consequentemente, a oportunidade de chegar muito bem na Copa do Mundo, que nesta temporada será realizada no final do ano.

Em conversa com amigos, Godín revelou que jogar a Mundial do Qatar pode ser sua última aparição com a camisa celeste. Nenhum outro jogador vestiu mais vezes a camisa da seleção uruguaia do que Godín. São 153 aparições do zagueiro, que atualmente carrega a braçadeira de capitão.

É aí que entra o Atlético na história. A última experiência do jogador na Europa não foi das melhores. Bastante questionado pelas exibições no Cagliari, Godín viu no Galo a chance de atuar numa equipe que chegar para ser protagonista. "No Cagliari, foi um ano difícil, onde coletivamente a equipe não conseguiu resultado, não conseguimos manter uma regularidade. Houve muitas trocas de treinadores. Assim, o rendimento coletivo, como o individual da maioria do grupo, foi baixo, sinceramente".

Se o Cagliari joga para não ser rebaixado, o Atlético chega em 2022 sonhando em repetir o que fez em 2021. Brigar pelos títulos do Brasileirão, da Copa do Brasil e da Libertadores. O que pode ser muito bom para Godín, pensando em terminar a temporada bem e chegar na melhor condição possível para disputar a Copa do Mundo.

"Jogar é uma preparação. Com tantas partidas, obviamente que a competitividade será contínua. E isso é muito bom para o jogador, pois quanto mais jogar, melhor é. Teremos campeonatos que vão exigir bastante de todo o elenco", disse o defensor.

Porém, antes de pensar na Copa do Mundo, o Uruguai precisa se classificar. Com 16 pontos, a Celeste Olímpica está na 7ª colocação, mas apenas um ponto atrás da Colômbia, que hoje está na quarta colocação e com a última vaga direta ao Mundial. O Uruguai tem mais quatro jogos até o fim das Eliminatórias, diante do Paraguai, da Venezuela, do Peru e do Chile.

"Tomara que a gente possa falar sobre a possibilidade de eu jogar mais um Mundial", completou Godín.

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