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Pandemia e burocracia atrapalham patrocínio de Dani Alves no São Paulo

Daniel Alves, jogador do São Paulo, em ação contra o coronavírus - Divulgação
Daniel Alves, jogador do São Paulo, em ação contra o coronavírus Imagem: Divulgação

José Eduardo Martins

Do UOL, em São Paulo

03/06/2020 04h00

Demorou muito mais do que o São Paulo esperava para fechar a sua primeira parceria para ajudar a pagar os custos de Daniel Alves. Por causa da pandemia do novo coronavírus e as questões burocráticas, ainda não foi possível concretizar o acordo com a DAZN. Segundo apurou o UOL Esporte, a empresa de streaming no Brasil está disposta a desembolsar 1 milhão de dólares (cerca de R$ 5,39 milhões) por três anos.

A empresa tem seu escritório na Inglaterra e, também por isso, os últimos detalhes do contrato não puderam ser firmados até agora. Ainda não há uma previsão de quando a situação deverá ser normalizada, com o fim de restrições para viagens.

No acordo, está previsto que o lateral direito será uma espécie de embaixador da DAZN no Brasil durante o período em que defender o Tricolor paulista. Para o São Paulo fechar tal parceria, o executivo de futebol, Raí, e o gerente, Alexandre Pássaro, contaram com a ajuda de um colegiado de profissionais de marketing, que também deu suporte na hora de apresentar o projeto para convencer Daniel Alves a atuar no clube do Morumbi.

O Tricolor não precisou desembolsar valor pela transferência do ídolo, que já estava sem contrato após defender o Paris Saint-Germain. Na época, o São Paulo surpreendeu o mercado da bola ao oferecer um acordo com validade mais longa para Daniel Alves e tirá-lo da Europa.

Como o departamento de futebol selou o negócio, o São Paulo passou a responsabilidade de buscar os parceiros para arcar com os custos do jogador para os dirigentes do setor (Raí, executivo de futebol, e Alexandre Pássaro, gerente da pasta) — tirando as obrigações exclusivamente do marketing.

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