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Carioca - 2019

Presidente do Vasco teme que portões fechados no Maracanã gere violência

Divulgação/Maracanã
Imagem: Divulgação/Maracanã

Do UOL, em São Paulo

17/02/2019 16h55

O presidente do Vasco, Alexandre Campello, disse temer uma reação violenta dos torcedores após a decisão da Justiça de realizar a final da Taça Guanabara, contra o Fluminense, com portões fechados. A medida foi tomada por causa de um imbróglio envolvendo a ocupação do setor Sul.

"O que nós temos visto é um Maracanã com número enorme de torcedores em fila esperando a entrada e isso (portões) não foi aberto. Temo que isso seja um estopim para um acontecimento bastante desagradável, com violência, tudo mais", disse ao SporTV.

No fim da noite do último sábado (16), a Justiça decidiu fechar os portões com receio de que a briga nos bastidores pudesse inflamar ainda mais os ânimos dos torcedores. Faltando duas horas para a partida, contudo, o Vasco assumiu o risco de pagar uma multa de R$ 500 mil após reunião na Ferj (Federação de Futebol do Rio de Janeiro) e bancou a realização do duelo com as torcidas presentes.

Ao chegar ao estádio, os torcedores encontraram os portões fechados por uma decisão do JECrim (Juizado Especial Criminal). Centenas de vascaínos se aglomeraram ao redor do Maracanã esperando a decisão.

"Nós vamos cumprir (a decisão do portão fechado) e cada um que arque com as suas responsabilidades. É muito triste, trabalhamos para ela (final) acontecer da melhor maneira possível", completou Campello.

Vasco e Fluminense se enfrentarão às 17h (de Brasília) pela final da Taça Guanabara.