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Diniz tem pela frente desafio de montar Flu mudado e com caras novas

Fernando Diniz em ação pelo Atlético-PR; técnico acertou com o Fluminense - RODOLFO BUHRER/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Fernando Diniz em ação pelo Atlético-PR; técnico acertou com o Fluminense Imagem: RODOLFO BUHRER/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Leo Burlá

Do UOL, no Rio de Janeiro

20/12/2018 12h00

Novo técnico do Fluminense, Fernando Diniz chega ao clube com o desafio de implantar o seu estilo em um elenco que deve ter muitas mudanças para 2019. Adepto do toque de bola e do jogo propositivo, o comandante dificilmente terá à disposição boa parte da espinha dorsal que formou a equipe tricolor em 2018, que tinha nomes como Júlio César, Rodolfo, Gilberto, Gum e Airton.

Ainda que as peças de reposição cheguem, o comandante terá o desafio extra de entrosar o mais rapidamente possível esses novos jogadores. Além desta "tropa de choque", que ainda negocia renovação de contrato, o Fluminense não terá Marcos Júnior, Richard e Ayrton Lucas, todos negociados. Léo, Kayke e Junior Dutra também não ficam, e Sornoza está perto de acertar com o Corinthians.

Os jogadores que estão mais próximos de um acerto com o Flu são o lateral-esquerdo Moisés, o meia Marquinhos Gabriel e o zagueiro Matheus Ferraz. Os dois primeiros entrariam como parte da composição que vai colocar Sornoza no Corinthians, mas o negócio emperrou. O defensor, por sua vez, tem situação bem encaminhada para chegar.

"O modelo se adapta ao que você entrega. Estou tentando entregar ao treinador algo próximo do que ele deseja. Por isso que não estou indo de cabeça no mercado", explicou o diretor de futebol Paulo Angioni.

Com a definição de Diniz, o Fluminense pode mergulhar com mais firmeza na missão de formar o elenco, mas o tempo joga contra os tricolores, que ficaram mais de duas semanas sem um treinador.

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