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Cidinho avalia o ano como positivo e promete um 2012 de muitas comemorações para a torcida

Cidinho preferiu não responder se o destino do time seria diferente com ele em campo - Bernardo Gentile/UOL Esporte
Cidinho preferiu não responder se o destino do time seria diferente com ele em campo Imagem: Bernardo Gentile/UOL Esporte

Bernardo Gentile

No Rio de Janeiro

13/12/2011 12h36

Cidinho, de 18 anos, é apenas um garoto, mas com responsabilidades de gente grande, afinal de contas, vestir a camisa do Botafogo com essa idade não é para qualquer um. Em entrevista exclusiva para o UOL Esporte, o meia analisou que o ano de 2011, pessoalmente, foi muito positivo, já que foi promovido das categorias de base para os profissionais. Além disso, virou xodó da torcida com boas atuações e dribles ousados.

“Foi um ano positivo, até porque eu subi para os profissionais. Fiquei muito feliz e só tenho que agradecer as pessoas que me ajudaram. Caio Júnior, que infelizmente caiu, só tenho que agradecer a ele e a diretoria que sempre me acolheram nos profissionais”, disse o jogador, que a partir de janeiro trabalhará com o segundo técnico em sua carreira.

“Será uma honra trabalhar com o Oswaldo de Oliveira, um técnico de ponta e de grande nome no futebol. Espero que, junto com ele, venham os grandes títulos para o nosso futebol”, afirmou.

Com a queda de rendimento do time, a torcida ficou revoltada e protestou em algumas oportunidades. Elkeson e Cortês foram os mais perseguidos, já que a dupla havia sido convocada para a seleção brasileira e voltaram de lá demonstrando um outro futebol. Cidinho, no entanto, acredita que não tem como culpar apenas um jogador, já que o grupo todo caiu de produção;

Cidinho foi convocado por Ney Franco para a disputa dos Jogos Pan-Americanos, no México

  • Meia, no entanto, se lesionou no joelho direito e ficou de fra da reta final do Campeonato Brasileiro

Cidinho chamou tanto a atenção, que juntamente com Lucas Zen, foi convocado para a seleção brasileira sub-20, que disputou os jogos Pan-Americanos, em Guadalajara, no México. Em campo a meninada não foi bem, e o meio campista botafoguense se lesionou no joelho e ficou de fora da reta final do Campeonato Brasileiro. Com irreverência e confiança, o jogador tentou explicar a queda de rendimento da equipe e saiu pela tangente quando perguntado se seria diferente caso tivesse em campo.

“Nos jogos a bola não entrava. O time caiu muito, foi inexplicável. Se eu tivesse em campo se seria diferente? Ah, aí eu já não sei, vamos deixar isso quieto (risos). Se Deus quiser ano que vem será muito vitorioso para gente”, comentou para negar que houvesse um racha no elenco do Botafogo.

“Nos jogos e nos treinamentos a equipe sempre esteve unida, focada no que queria desde o início do campeonato, que foi a Libertadores, o título viria por consequência. Mas a bola parou de entrar, ficamos em uma sequência muito ruim e isso fez com que não nos classificássemos. Se Deus quiser ano que vem chegaremos lá”, projeta.

  • Cidinho comemora o único gol pelos profissionais, de cabeça, contra o Ceará, no Engenhão

“O trabalho caiu como um todo. Não tem como culpar um ou outro. É o elenco todo, o Botafogo em si que caiu de produção. Ano que vem será de muitas vitórias para a torcida”, encerrou.

Cidinho está de férias, juntamente com todo o elenco do Botafogo, até o dia 4 de janeiro, quando se reapresentarão em General Severiano, onde reakizarão testes físicos e darão início a pré-temporada. Em seguida, o grupo seguirá para a cidade de Saquarema, onde darão prosseguimento às atividades no Centro de Treinamento da Confederação Brasileira de Vôlei.

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