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Pesquisa: 75% dos jogadores do Brasil ganham menos de R$ 7 mil mensais

Time do Brusque comemora gol sobre o Manaus na final da Série D-2019. Realidade financeira foi retratada em pesquisa - Pablo Trindade/AGIF
Time do Brusque comemora gol sobre o Manaus na final da Série D-2019. Realidade financeira foi retratada em pesquisa Imagem: Pablo Trindade/AGIF
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Do UOL, em São Paulo

28/05/2020 04h00

Uma pesquisa realizada pela consultoria Esporte Executivo, em parceria com a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf), revelou que 75% dos jogadores brasileiros recebem salários abaixo de R$ 7 mil mensais. Destes, a maior parte (38% do total) ganha até R$ 2 mil reais, e 37% entre R$ 2 mil e R$ 7 mil mensais. Os supersalários são raros: apenas 10% dos atletas do futebol brasileiro recebem mais de R$ 40 mil. A pesquisa ouviu mais de 500 atletas de todos os estados e divisões, e tem margem de erro de 5%.

A Esporte Executivo e a Fenapaf já tinham divulgado no início da semana uma pesquisa questionando os jogadores brasileiros sobre a volta do futebol. Na Série A, 55% dos atletas se disseram a favor de retomar as atividades, enquanto 45% foram contra. (Por Pedro Lopes)

Fla mantém processo que pode expulsar Bandeira por fala sobre incêndio

O Conselho de Administração do Flamengo, presidido por Bernardo Amaral, deu continuidade ao processo que pode resultar até em uma expulsão do ex-presidente Eduardo Bandeira de Mello dos quadros do clube. Uma Comissão Provisória de Inquérito foi formada para analisar o caso e algumas pessoas já foram convocadas a prestarem esclarecimentos. Há pouco mais de um mês, o grupo "Vanguarda Rubro-negra" protocolou um documento, que foi assinado por 20 conselheiros, no qual que pedia a abertura de uma investigação após Bandeira dizer que, caso ainda estivesse à frente do clube, o incêndio no Ninho do Urubu não teria acontecido. Segundo eles, com as afirmações, o ex-presidente infringiu duas normas estatutárias: "abster-se de usar qualquer meio de comunicação para veicular expressões desonrosas contra o Flamengo" e "veicular expressões desonrosas". Procurado, Bandeira disse que não há mais nada a comentar sobre o caso. (Por Alexandre Araújo e Leo Burlá)

Mais Fla: clube topa cota e avança em acordo com Globo por Carioca

Em conversas iniciais para fechar um acordo de direitos de transmissão do Campeonato Carioca, Flamengo e Globo concordaram em um ponto. A emissora carioca propôs, para iniciar as conversas, que o Rubro-Negro aceitasse receber um valor proporcional ao tempo que ainda falta para finalizar o Estadual, e não o valor cheio da competição. O clube aceitou o argumento, dada a situação emergencial. Posteriormente, ambas as partes voltarão à mesa para debater um vínculo maior pelo torneio dos próximos anos. Existe uma boa vontade de ambas as partes, que já agilizam um acordo pelo Estadual, viabilizando a transmissão de partidas sem torcida em todas as mídias. Ainda sem uma definição exata, há a expectativa que o Carioca possa retornar na segunda quinzena de junho. (Por Gabriel Vaquer)

De saída do Atlético-MG, Ricardo Oliveira interessa a Athletico e Santos

Ricardo Oliveira, em tratativas para rescindir contrato no Atlético-MG, interessa ao Athletico Paranaense e também ao Santos. Representantes dos dois clubes fizeram contato com o centroavante nos últimos dias para buscar notícias atualizadas sobre o rompimento em Belo Horizonte. O salário não é considerado alto e nem a idade (40 anos) atrapalha. Na Vila Belmiro e em Curitiba, se espera pela formalização da rescisão para avançar nas investidas. (Por Jeremias Wernek)

Atlético-MG: Sampaoli descarta brecha e mantém dólar "baixo" em salário

Jorge Sampaoli tem o contrato atrelado ao dólar no Atlético-MG. O câmbio adotado, todavia, é fixo e representa uma média da variação ocorrida nos últimos dois anos. Uma das cláusulas do compromisso permite às duas partes uma brecha de solicitação de mudança por causa de uma brusca variação cambial. Porém, mesmo com a desvalorização do Real em relação à moeda norte-americana durante a pandemia do novo coronavírus, o argentino não pretende solicitar um ajuste no acordo. A De Primeira apurou que o treinador descarta qualquer possibilidade de mudança nesse sentido, principalmente por se tratar de um momento especial. Ele, inclusive, foi o primeiro a se manifestar de forma favorável ao corte salarial feito pela cúpula em meio à paralisação do futebol brasileiro. (Por Thiago Fernandes)