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Vestiário do Corinthians admite que time levou nó tático de equatorianos

Júnior Urso é cercado por Franco e Mera do Independiente del Valle  - Alexandre Schneider/Getty Images
Júnior Urso é cercado por Franco e Mera do Independiente del Valle Imagem: Alexandre Schneider/Getty Images

Do UOL, em São Paulo, Porto Alegre e Belo Horizonte

20/09/2019 04h00

O Corinthians assimilou o golpe. É unanimidade dentro do vestiário que a equipe levou um nó tático do Independiente del Valle. Segundo apurou a De Primeira, Carille esperava os equatorianos recuados, apostando na transição, conforme diversos vídeos estudados. No entanto, o técnico Miguel Ángel Ramírez fez diferente: ofensividade, posse de bola, pressão na saída do Corinthians. Ele ainda deu um jeito de eliminar praticamente a única jogada do rival: triangulação do lado direito com Fagner, Urso e Pedrinho.

Não foi por acaso que o espanhol disse: "Sabíamos onde eles nos causariam perigo e como causaríamos dano a eles". O Del Valle também sabia que o Corinthians só faz "jogo curto" e previu que Carille jamais mudaria seu estilo para apostar em bolas longas — a estratégia para supostamente surpreender os equatorianos. Obviamente a tática não foi aplicada. Ainda segundo o diagnóstico alvinegro, o espanhol Ángel Ramírez aplicou o "jogo de posição", tática bastante usada por Guardiola, para quebrar a marcação adiantada do Corinthians e isso gerou mais posse de bola aos visitantes. (Por Samir Carvalho)

Abel Braga 'assombra' bastidores do Inter após vice-campeonato

Abel Braga no Inter - Jeremias Wernek/UOL - Jeremias Wernek/UOL
Nome de Abel Braga volta à pauta colorada
Imagem: Jeremias Wernek/UOL

A direção do Inter não pensa em troca no comando técnico neste momento. Odair Hellmann segue respaldado nos gabinetes do Beira-Rio. Por outro lado, a pressão da torcida surge como uma ameaça a essa estabilidade e há quem tema que possa se tornar insustentável. Há uma ansiedade por conquistas dentro e fora do clube. Um nome já povoa os bastidores do clube: Abel Braga. Campeão da Libertadores e do Mundial de clubes pelo Colorado, o técnico já é tratado como alvo por pessoas próximas ao comando do clube, em caso de demissão do atual treinador. (Por Marinho Saldanha)

Conselheiros temem que São Paulo não ache parceiro que pague Dani Alves

Daniel Alves, durante jogo entre São Paulo e CSA - Marcello Zambrana/AGIF - Marcello Zambrana/AGIF
Daniel Alves em ação pelo São Paulo durante jogo contra o CSA
Imagem: Marcello Zambrana/AGIF

A demora do São Paulo para encontrar um parceiro que divida os custos com Daniel Alves preocupa conselheiros do clube, que temem o agravamento da situação financeira do clube. A De Primeira apurou que são muitos os receosos no Morumbi. Mesmo os parceiros encontrados pelo clube chegaram a atrasar pagamentos ao atacante. O primeiro salário de Daniel Alves, em torno de R$ 500 mil, saiu inteiramente dos cofres do São Paulo; e os vencimentos sobem a cerca de R$ 1,8 milhão a partir de julho 2020. A diretoria são-paulina ainda não encontrou investidores, mas diz ter segurança de que negócios serão viabilizados para diminuir o impacto do preço de se ter um jogador com o currículo do lateral — e meia — no elenco. (Por Arthur Sandes e José Eduardo Martins)

Com Juan e René Simões, gestores brasileiros vão aprender com a escola francesa

Juan, ex-zagueiro, estudante - Divulgação - Divulgação
Juan (esq.), René Simões e outros estudantes brasileiros vão à França para qualificação
Imagem: Divulgação

O ex-zagueiro da seleção Juan e o técnico René Simões estão em um grupo de 24 gestores brasileiros de futebol que participam da terceira edição da Football Tour Experience, evento que apresenta inovações, práticas de sucesso e infraestrutura de países europeus no esporte. Desde o último sábado, os profissionais estão na França, em intercâmbio de dez dias com a Federação Francesa. No roteiro, por exemplo, os estudantes ainda vão visitar o Lyon, que hoje tem Juninho Pernambucano como dirigente e Sylvinho como técnico. Em solo francês, um dos focos de suas atividades está voltado ao desenvolvimento de atletas. O país atual campeão mundial foi quem mais cedeu jogadores para a última edição da Champions League (73), contra 67 de Espanha e 64 de Brasil. (Por José Edgar de Matos)

Gilberto Silva desfaz negócio com agente que costurou ida de Fred ao United