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Palmeiras precisa de Dudu do Brasileirão para eliminar Boca na Libertadores

Dudu em ação durante partida entre Palmeiras e Boca Juniors - Alejandro Pagni/AFP
Dudu em ação durante partida entre Palmeiras e Boca Juniors Imagem: Alejandro Pagni/AFP

Danilo Lavieri e Leandro Miranda

Do UOL, em São Paulo

31/10/2018 04h00

O Palmeiras busca motivos para acreditar na virada histórica contra o Boca Juniors na semifinal da Libertadores. Para o jogo desta quarta-feira (31), a expectativa do Alviverde é que Dudu consiga repetir o seu desempenho do Brasileirão também na competição sul-americana.

O camisa 7 é, com certeza, um dos mais importantes da equipe, mas seu desempenho nos jogos de mata-mata ainda não fazem o torcedor ficar com os olhos brilhando. Em 11 jogos eliminatórios disputados entre Copa do Brasil e Libertadores, ele tem três gols, dois deles contra o Colo-Colo, e apenas uma assistência.

Enquanto isso, no Brasileirão, ele é o maior garçom da competição entre todas as equipes participantes, com dez assistências, além de ter feito cinco gols. O "Baixinho" também é o que mais dá assistências entre todos os atletas do time na temporada, além de ser o maior artilheiro do atual elenco e o artilheiro do Allianz Parque.

Não é à toa que Dudu é um dos poucos incluídos em praticamente todos os jogos com Felipão, mesmo com o rodízio aplicado no elenco. Por conta do seu poder decisivo, a comissão gosta de usar o atleta o máximo possível. Ele participou dos últimos nove jogos do Brasileirão em sequência, intercalados com semifinal de Copa do Brasil e jogos da Libertadores.

Além da inspiração no Nacional, Dudu pode buscar memórias importantes em jogo de mata-mata como a final da Copa do Brasil de 2015, quando ele fez dois gols na final contra o Santos, com o Allianz Parque lotado. Na reta final do Brasileirão de 2016, ele também foi decisivo para o título com seis gols nos últimos dez jogos.

Com Felipão, Dudu voltou a mostrar o futebol em alto nível e teve seu nome novamente comentado nos bastidores da seleção brasileira. Seu nome, no entanto, não poderia ser lembrado por Tite por conta do veto do próprio técnico em convocar atletas que disputam a reta final do Brasileirão.

O atacante já ostenta a condição de ídolo por parte da torcida e teve seu contrato renovado recentemente, até 2022. Com um dos melhores salários do elenco, ele deve voltar a ser alvo do mercado internacional no fim da temporada.

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