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Para Galiotte, críticas de Nobre não atrapalham jogo do Palmeiras e eleição

Maurício Galiotte, presidente do Palmeiras, em entrevista coletiva - Ale Cabral/AGIF
Maurício Galiotte, presidente do Palmeiras, em entrevista coletiva Imagem: Ale Cabral/AGIF

Do UOL, em São Paulo

21/11/2018 15h15

Nesta quarta-feira (21), o jornal "Folha de S. Paulo" publicou carta na qual Paulo Nobre, ex-presidente do Palmeiras, critica Mauricio Galiotte, atual dono do cargo. Para o mandatário, as palavras do antecessor não respingam no jogo desta quarta-feira (21) contra o América-MG, no Allianz Parque, em partida que pode dar ao time o título do Campeonato Brasileiro, e nem nas eleições do clube.

"Não acredito. Hoje, o grupo está blindado, a gente tem um objetivo muito claro, estamos focados no título. Apenas lamento que as pessoas hoje, toda a energia que as pessoas precisam para a vitória, a gente desperdiça com uma série de notícias, teses e versões. Inclusive algumas inverdades. E isso eu lamento, que a gente não esteja hoje todos unidos, em busca do nosso objetivo maior, que é o título", disse Galiotte, em entrevista à Fox Sports.

O presidente também não acredita que a carta possa ter influência na eleição de sábado. Galiotte disputa a reeleição contra Genaro Marino.

"Em relação às eleições, acho que o sócio faz a análise, entende a maneira que achar conveniente. O importante é que o Paulo Nobre agregou valor quando esteve aqui, depois não participou mais, não esteve em reunião do COF, do Conselho Deliberativo, não esteve mais no clube, não acompanhou o dia a dia, o associado. O associado que tire suas conclusões", declarou.

Apesar da tensão, Galiotte admitiu que Paulo Nobre ajudou o Palmeiras quando perguntado se a Crefisa era mais importante para o clube do que o ex-presidente.

"Todos foram importantes, todos são importantes. Cada um no seu momento, no seu papel. Quando Paulo Nobre assumiu e eu era o primeiro vice-presidente, ele foi extremamente importante. O Palmeiras passava por uma situação catastrófica, talvez a maior crise financeira do clube. Em 2015, quando a Crefisa chegou ao Palmeiras, ainda estávamos em dificuldades. Chegamos a ver a inauguração da arena, a chegada da Crefisa, a chegada do Alexandre Mattos; nesse momento, foi fundamental a contribuição de cada um. Então, acho que a gente não pode avaliar quem é mais importante que quem, de quem o Palmeiras precisa mais. O Palmeiras precisa de todos. O Paulo Nobre foi muito importante. O patrocínio foi e é importante. O que eu diria: o Palmeiras precisa de todos, cada um ajudando da sua forma", afirmou Galiotte.

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