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Zuckerberg: "Facebook não quer mais ser amado, e sim compreendido"

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg - Liu Jie/Xinhua
O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg Imagem: Liu Jie/Xinhua

Do UOL, em São Paulo

30/01/2020 09h13

Sem tempo, irmão

  • Mark Zuckerberg disse que, em 2020, quer ser "compreendido, não amado"
  • CEO do Facebook avaliou que empresa não tem sido clara sobre seus valores
  • "Estávamos preocupados com a possibilidade de ofender as pessoas", comentou

Mark Zuckerberg disse que, na década de 2020, a relação do Facebook com o público vai mudar. "Eu não quero mais ser amado, mas ser compreendido", definiu ele durante ligação com acionistas ontem, segundo o Business Insider.

"Nós queríamos ser amados, e por isso não comunicamos as nossas opiniões claramente. Estávamos preocupados com a possibilidade de ofender as pessoas", comentou ele. "Isso levou a alguns sentimentos positivos, mas rasos, sobre a nossa empresa".

Zuckerberg prometeu deixar mais claros os "valores do Facebook" nos próximos anos. O bilionário ainda voltou a defender regulações governamentais sobre a indústria da tecnologia.

"Até termos regras mais claras, tenho certeza que esta indústria vai enfrentar um nível alto de escrutínio", completou.

Errata: o texto foi atualizado
Ao contrário do informado anteriormente no título da nota, Mark Zuckerberg não disse que o Facebook "mentia para ser amado". A informação foi ajustada.