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Pagamento por QR Code em metrô e trem de SP ganha primeira ampliação

Pagamento com QR Code no Metrô e na CPTM - Márcia Alves Divulgação
Pagamento com QR Code no Metrô e na CPTM Imagem: Márcia Alves Divulgação

Helton Simões Gomes

De Tilt, em São Paulo

21/09/2019 12h32

O programa de bilhetes com QR Code para pagar viagens da CPTM e do Metrô vai passar por sua primeira ampliação neste sábado (21).

As vendas dos bilhetes, que ocorriam apenas entre 9h e 16h, passarão a ser feitas em horário integral nas sete estações em que são aceitos. São quatro da CPTM e três do Metrô: Autódromo (Linha 9-Esmeralda), Tamanduateí (Linha 10-Turquesa), Dom Bosco (Linha 11-Coral) e Aeroporto-Guarulhos (Linha 13-Jade), São Judas (Linha 1-Azul), Paraíso (linha 1-Azul e 2-Verde) e Pedro II (Linha 3-Vermelha). São dois bloqueios por cada estação com o validador.

As bilheterias funcionam enquanto as estações estão abertas. Na CPTM, a operação de domingo a sexta vai das 4h à meia-noite. No sábado, é de 4h à 1h de domingo. Já no Metrô, a operação de domingo a sexta vai das 4h40 à meia-noite. No sábado, é de 4h40 à 1h de domingo.

Nas quase três semanas em que o teste de pagamentos via QR Code está funcionando, já foram vendidos quase 63 mil bilhetes. De terça-feira (3) até as 17h10 desta sexta-feira (20), 91,7% desses bilhetes foram comprados em bilheterias, 5,8% em máquinas de autoatendimento e 2,5% no aplicativo VouD.
Para facilitar a vida de quem quer comprar pelo app, mas sem gastar com pacote de dados, um serviço de navegação gratuita no VouD, para todas as operadoras de telefonia celular, deve ser disponibilizado aos passageiros em cerca de 20 dias.

O projeto-piloto é feito em parceria com o Consórcio Metropolitano de Transportes (CMT), sem custo para o Governo do Estado, e operacionalizado pela Autopass.

Sete estações, quatro da CPTM e três do Metrô, participam do teste, que será feito durante 45 dias. Na CPTM, há leitores de QR Code em catracas das estações Autódromo (Linha 9-Esmeralda), Tamanduateí (Linha 10-Turquesa), Dom Bosco (Linha 11-Coral) e Aeroporto-Guarulhos (Linha 13-Jade). No Metrô, o novo serviço pode ser testado nas estações São Judas (Linha 1-Azul), Paraíso (linha 1-Azul e 2-Verde) e Pedro II (Linha 3-Vermelha). São dois bloqueios por cada estação com o validador.

Formas de pagamento mais seguras

A ação faz parte do plano da STM de modernizar os sistemas de pagamento de tarifas a fim de oferecer mais praticidade e segurança aos passageiros e de reduzir custos operacionais das empresas vinculadas à pasta.

"Estamos satisfeitos com os resultados desta primeira semana e com a aprovação dos passageiros. É um importante passo no nosso projeto de oferecer formas de pagamento mais seguras, modernas e eficazes aos passageiros e de racionalizar custos operacionais", destaca o Secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy.

Estão sendo vendidos bilhetes unitários para uso apenas no Metrô e na CPTM (não valem para integração com outros modais). A compra pode ser feita com cartão de crédito pelo celular, por meio do aplicativo VouD, que pode ser baixado em lojas virtuais de Android e iOS. Depois, é só abrir o QR Code na tela do celular e passar nos bloqueios com validador nas estações que participam do projeto-piloto.

Também é possível fazer a compra do código com cartão de débito nas máquinas de autoatendimento disponíveis nas estações mencionadas. Após adquirir o QR Code, basta passar o código impresso nos bloqueios com leitores instalados.

Compras de bilhetes com QR Code

Os bilhetes com QR Code serão válidos até 18 de outubro, durante o período de testes da tecnologia, mas a recomendação é que sejam utilizados preferencialmente em 72 horas após a compra para evitar que a impressão do código sofra danos.

A viabilidade da implantação definitiva do sistema será avaliada durante o período de testes. A ideia é que o pagamento da tarifa com o QR Code substitua futuramente a maior parte dos pagamentos com o bilhete magnético unitário, o chamado Edmonson. Na CPTM, em média, 25% dos passageiros pagantes utilizam esse tipo de bilhete. No Metrô, o percentual é de 15%.

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