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Além de Corinthians, "FIFA 16" também não terá Goiás e Sport

Diferente de Neymar, nem todos os jogadores brasileiros aparecerão no "FIFA 16" - Divulgação
Diferente de Neymar, nem todos os jogadores brasileiros aparecerão no "FIFA 16" Imagem: Divulgação

Pedro Henrique Lutti Lippe e Claudio Prandoni

Do UOL, em São Paulo

25/08/2015 17h11

"FIFA 16" terá menos clubes brasileiros do que o concorrente "PES 2016". UOL Jogos apurou que, além do Corinthians, Goiás e Sport também ficarão de fora do game da EA.

Os três aparecerão no "Pro Evolution Soccer 2016", conforme noticiado anteriormente.

Diferente do Corinthians, que assinou exclusividade com a Konami por não ter concordado com o valor oferecido pela EA para que o clube aparecesse no "FIFA", o Goiás tinha interesse em aparecer no game.

"Os atletas decidiram não assinar o contrato de direitos de imagem, e a Electronic Arts não aceitou isso", afirmou um representante do departamento de marketing da equipe goianiense. "O clube acabou ficando refém dos jogadores".

O Sport, por sua vez, não pronunciou-se sobre os motivos que o fizeram ficar fora do jogo.

Clubes confirmados

Atlético-PR, Avaí, Chapecoense, Cruzeiro, Figueirense, Internacional, Joinville, São Paulo e Vasco garantiram ao UOL Jogos que aparecerão no "FIFA 16", ao lado de Coritiba, Grêmio, Ponte Preta e Santos, que já tinham sido confirmados anteriormente.

Existem, porém, algumas ressalvas: não é certo se todos os jogadores destes times aparecerão com seus rostos e nomes reais. O São Paulo, por exemplo, espera aparecer com uma escalação desfalcada, já que "nem todos os atletas assinaram seus contratos". Já o Cruzeiro ainda tem como incertas as aparições completas de dois de seus jogadores.

Flamengo e Fluminense alegam estar negociando com a Electronic Arts. Procurados insistentemente, Palmeiras e Atlético-MG não responderam nossos questionamentos até o momento da publicação desta nota.

Problemas de licenciamento

No ano passado, a EA alegou que supostas "mudanças no processo de licenciamento no Brasil" impediram que os times figurassem no "FIFA 15".

O concorrente "Pro Evolution Soccer 2015" teve os times brasileiros, mas muitos em estado incompleto, com nomes e rostos genéricos para vários jogadores.

Diferente do que acontece na Europa, o Brasil não tem uma organização que cuide das licenças de uso de imagem de times e jogadores que atuam no país. Mesmo negociando time a time, alguns contratos entre clubes e jogadores contam com brechas que nem sempre permitem usar a imagem do atleta em um jogo de videogame.