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Ricardo Feltrin

Ao menos 6 bailarinas de Faustão testaram positivo para covid-19

Faustão ao lado de boa parte de suas bailarinas na Band - Reprodução / Internet
Faustão ao lado de boa parte de suas bailarinas na Band Imagem: Reprodução / Internet
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

18/01/2022 00h09

O novo "Faustão na Band", que estreou nesta segunda (17), tem quase 100 pessoas no total em sua equipe, entre produção e elenco.

Só de bailarinas a atração contratou 32 meninas, embora no palco apareçam cerca de 16 por dia.

O programa é de segunda à sexta e dura duas horas. Para evitar exaustão, porque não é fácil passar duas horas por noite dançando alucinadamente (e o ritmo é alucinante mesmo), Faustão decidiu dobrar esse elenco.

Fez muito bem, porque antes da estreia pelo menos seis moças testaram positivo para covid-19, segundo a coluna apurou.

Nenhuma precisou de internação, mas terão de ficar afastadas até o teste dar negativo.

A estreia

"Faustão Na Band" teve uma estreia avassaladora em São Paulo e atingiu o maior ibope da emissora provavelmente nos últimos seis anos (ainda não é certeza). No restante do país o resultado não foi tão bom.

Foram 8,4 pontos de média para a Band em SP no ibope prévio, ficando só atrás da Globo com "JN" e novela (20,6), Record com 7,3 pontos e SBT com 7,1 pontos.

Cada ponto vale por cerca de 75 mil domicílios.

Na maioria das outras capitais, porém, "Faustão na Band" ficou em quarto lugar. Só que São Paulo é a praça mais importante para o mercado publicitário brasileiro.

Como a coluna informou ontem com exclusividade, o programa será inteiramente gravado, ao contrário do que muita gente esperava.

Por outro lado, o ex-global (re) estreia em casa nova de cara com seis dos maiores anunciantes brasileiros.

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