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Ricardo Feltrin

Após 21 anos, reality "No Limite" enfraquece, perde ibope e público

Bastidores de No Limite (Divulgação/Rede Globo) - Reprodução / Internet
Bastidores de No Limite (Divulgação/Rede Globo) Imagem: Reprodução / Internet
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

18/05/2021 12h51

Para quem acha que nenhum reality show cansa, os números mostram o contrário.

A atual versão de "No Limite", apresentada por André Marques, segue líder no ibope nas principais praças do país. Porém, com um adendo: na comparação com a estreia do programa mais de 20 anos atrás, "No Limite" perdeu cerca de metade de seu ibope.

É muito coisa, certo?

Quando estreou em julho de 2000, o programa marcava assombrosos 71,3% de share. Ou seja: 71,3% das TVs ligadas na Grande São Paulo sintonizava o programa então apresentado por Zeca Camargo.

A 1ª temporada fechou com média de 47,1 pontos de média —índice digno de qualquer novela das 21h30.

Vinte e um anos depois, a realidade é outra: o "no Limite" está marcando 38,5% de share e 21,4 pontos de ibope.

Ainda é um resultado bastante expressivo, mas cabe lembrar que a atual versão está indo ao ar às terças.

1ª temporada - 2000: 47,1 pontos e 71,3 de share
2ª temporada - 2001: 34,5 pontos e 57,2% de share
3ª temporada - 2001: 33,1 pontos e 51,7% de share
4 ª temporada - 2009: 24,0 pontos e 42,8% de share
5ª temporada - 2021: 21,4 pontos e 38,5% de share

Fonte: Dados da Kantar Ibope Media - Grande São Paulo

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