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Pan 2019

Chloé Calmon é ouro no longboard e Brasil é 2º lugar no quadro de medalhas

Chloé Calmon celebra o primeiro ouro brasileiro no surfe do Pan-Americano - REUTERS/Guadalupe Pardo
Chloé Calmon celebra o primeiro ouro brasileiro no surfe do Pan-Americano Imagem: REUTERS/Guadalupe Pardo

Do UOL, em São Paulo

04/08/2019 15h52

Atual número um do mundo, Chloé Calmon confirmou o favoritismo no longboard feminino. A brasileira de 24 anos venceu a bateria contra peruana Maria Fernanda Reyes na tarde de hoje (4) e conquistou a medalha de ouro na modalidade estreante nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. Chloe somou 15,36 (8,03 + 7,33) contra 12,76 (6,93 + 5,83) da surfista da casa.

No momento do ouro da carioca, às 15h54 (de Brasília), o Brasil chegou a 19 medalhas de ouro no quadro de medalhas do Pan. O número é igual ao do México, que ocupava o segundo lugar nos últimos dias. O Brasil, porém, leva vantagem no número de pratas: são 16 brasileiras contra 13 do México. Na contagem geral de medalhas, o Brasil também leva vantagem, com 67 pódios contra 65 dos mexicanos - o Canadá, 17 ouros, porém, tem 72 medalhas e só fica atrás dos EUA no número total de pódios.

Após a conquista, a carioca Chloé comemorou a vitória e destacou a importância do ouro não só para o Brasil, mas para a modalidade como um todo. Vale lembrar que, ao contrário do surfe, o longboard ainda não faz parte das modalidades olímpicas.

Chloé Calmon surfa no Pan -  REUTERS/Guadalupe Pardo -  REUTERS/Guadalupe Pardo
Chloé já foi vice-campeã mundial de longboard em 2016 e 2017.
Imagem: REUTERS/Guadalupe Pardo

"Ainda não caiu a ficha. Depois de todos esses dias, foi um pouco difícil de poder equilibrar. Quando passei para a quarta rodada, aquilo mexeu coma minha cabeça. Todas as minhas mentalizações eram de que essa seria mais uma bateria normal. Fiquei fria até o último segundo, mas agora quero comemorar", disse ao SporTV.

"Nos últimos anos, desde que o surfe virou olímpico, nosso esporte chegou num patamar que nunca teve antes. Ao mesmo tempo, o longboard e stand up paddle têm crescido muito no Brasil. Há três anos participei de três competições em um ano. Em 2019, estou fazendo 19. Essa medalha mostra o poder feminino e um olhar para as outras categorias. Temos muito brasileiro brilhando no mundo. Mais do que uma vitória minha, é uma vitória do esporte", acrescentou.