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Izabela da Silva fica no 11º lugar na final do lançamento do disco

Izabela da Silva em ação nos Jogos Olímpicos de Tóquio - REUTERS/Dylan Martinez
Izabela da Silva em ação nos Jogos Olímpicos de Tóquio Imagem: REUTERS/Dylan Martinez

Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ)

02/08/2021 09h42

No dia em que comemora o seu aniversário de 26 anos, Izabela da Silva ganhou de presente a presença na final do lançamento do disco dos Jogos Olímpicos de Tóquio. A brasileira, primeira da história do país a ser finalista da prova, no entanto, não conseguiu superar sua marca na classificatória e terminou em 11º lugar, com 60,39m.

A prova do lançamento do disco, realizada na noite de segunda-feira (2) em Tóquio, foi interrompida por quase uma hora devido a uma forte chuva. Por motivos de segurança, os organizadores da competição do atletismo preferiram parar a disputa, e até retirar as atletas do setor de lançamentos.

Antes da interrupção, Izabela fez dois lançamentos: no primeiro, alcançou a marca de 60,39m; depois, queimou a segunda tentativa. A interrupção da prova ocorreu antes de seu terceiro lançamento.

Na volta da disputa, pressionada para avançar, a brasileira não encaixou uma boa tentativa e o terceiro lançamento, de 59,56m, foi insuficiente para chegar ao top 8 e ter mais três chances. Izabela da Silva encerrou sua participação em 11º lugar.

Thompson-Herah voa nos 200m rasos

Deu a lógica nos 200m rasos. Mulher mais rápida do mundo, a jamaicana Elaine Thompson-Herah fez o melhor tempo das semifinais. Os 21s66 deram larga vantagem para a campeã dos 100m, que terá a companhia de sua compatriota e rival Shelly-Ann Fraser-Price, que marcou 22s13, na final que será na terça-feira (3), às 9h50 (de Brasília).

Elaine Thompson-Herah, atletismo - Richard Heathcote/Getty Images - Richard Heathcote/Getty Images
Imagem: Richard Heathcote/Getty Images

Além da dupla, a americana Gabrielle Thomas, que detém a melhor marca de 2021 — 22s61, terceiro melhor tempo da história —, também confirmou o favoritismo e se classificou para a grande final.

Se a rivalidade entre Jamaica e Estados Unidos já é tradicional nas provas de velocidade, a Namíbia surpreendeu e colocou duas representantes na decisão em grande estilo. A jovem Christine Mbomba, de apenas 18 anos, quebrou o recorde mundial sub-20 da prova com seus 21s97, segundo melhor tempo entre as semifinalistas. Na final, ela terá a companhia de Beatrice Masilingi, que marcou 22s40 e se classificou com o oitavo tempo.

Granada no topo

Ídolo nacional em Granada, o campeão olímpico em Londres-2012 Kirani James colocou o país mais uma vez na final dos 400m rasos. Com 43s88, ele fez o melhor tempo da prova nas semifinais, seguido pelo colombiano Jose Zambrano, que quebrou o recorde sul-americano com 43s93. Ouro na Rio-2016 e recordista mundial da distância, o sul-africano Wayde van Niekerk não conseguiu avançar à decisão — ele, que sofreu com lesões durante todo o ciclo olímpico, fez apenas o 12º tempo (45s14).

Favoritismo nos 400m com barreiras

Favorita, a recordista mundial Sydney McLaughlin, dos Estados Unidos, anotou 53s03 e marcou o melhor tempo das semifinais. Serão três norte-americanas e duas ucranianas na grande final.

Domínio africano nos 3.000m com obstáculos

Sem brasileiros após a eliminação de Altobeli da Silva nas eliminatórias, os 3.000m com obstáculos tiveram domínio dos africanos. A medalha de ouro foi para o peito do marroquino Soufiane El Bakkali, que completou a prova em 8min08s90. Lamecha Girma, da Etiópia, ficou com a prata, e Benjamin Kigen, do Quênia, completou o pódio.