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Champions da Ásia: Time é excluído com só 11 atletas após covid e lesões

Al Hilal jogaria com nove atletas em campo e dois goleiros no banco - Divulgação/Al Hilal
Al Hilal jogaria com nove atletas em campo e dois goleiros no banco Imagem: Divulgação/Al Hilal

Do UOL, em São Paulo

23/09/2020 16h24

O Al Hilal, da Árabia Saudita, foi excluído da Liga dos Campeões da Ásia pela AFC (Confederação Asiática deFutebol) por não apresentar o mínimo de 13 jogadores para a partida contra o Shabab Al Ahli Dubai, dos Emirados Árabes. O clube saudita sofreu com um surto de coronavírus e com lesões no elenco e pensou em atuar com apenas nove jogadores em campo, além de dois goleiros no banco de reservas.

Momentos antes de o jogo começar, o delegado responsável pela partida cancelou o duelo. Pouco depois, a AFC decidiu excluir o Al Hilal da Champions Asiática por não cumprir o regulamento sobre o mínimo de atletas.

A equipe saudita era a atual campeã do torneio e já estava classificada para as oitavas de final. O Al Hilal havia pedido o cancelamento do jogo ontem (22), mas a AFC negou.

"O Al Hilal, da Arábia Saudita, não conseguiu nomear os 13 jogadores necessários para a partida do Grupo B da Liga dos Campeões da AFC contra o Shabab Al Ahli Dubai, dos Emirados Árabes Unidos, e, de acordo com o Artigo 4.3 das Regras Especiais Aplicáveis às competições da AFC durante a pandemia da covid-19, está considerado retirado da competição", disse a AFC, em nota.

"Todas as partidas disputadas pelo Al Hilal, que nomeou apenas 11 jogadores, são consideradas nulas e sem efeito de acordo com o Artigo 6 dos regulamentos da Liga dos Campeões da AFC e, portanto, o Pakhtakor do Uzbequistão e o Shabab Al Ahli Dubai avançaram para as oitavas de final do Grupo B", acrescentou a entidade.

A AFC ainda divulgou que o Al Hilal levou apenas 27 atletas dos 35 permitidos para Doha, sede da competição, para o início da Champions. Na sequência, a entidade autorizou a inscrição de dois goleiros para substituir jogadores que testaram positivo para a covid, além de mais dois atletas que não haviam viajado. Desde então, a AFC manteve contato com o Al Hilal e com a confederação saudita e manifestou sua preocupação com o tempo para a chegada dos novos jogadores.

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