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Palmeiras resolve pendência com Atlético Nacional por percentual de Borja

Miguel Borja, ex-Palmeiras, é um dos principais jogadores do Junior de Barranquilla - Divulgação
Miguel Borja, ex-Palmeiras, é um dos principais jogadores do Junior de Barranquilla Imagem: Divulgação

Thiago Ferri

Do UOL, em São Paulo

11/08/2020 04h00

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O Palmeiras chegou a um acordo com o Atlético Nacional (COL) e já começou a pagar o valor que o clube colombiano cobrava por Borja. O Alviverde pagará US$ 3 milhões (cerca de R$ 16,4 milhões na cotação atual) em seis parcelas de US$ 500 mil cada (R$ 2,7 milhões).

A primeira já foi depositada e, com isso, fica suspenso o processo aberto pelo Atlético na Fifa contra o Palmeiras. Estes US$ 3 milhões quivalem a 30% dos direitos econômicos do centroavante, que está emprestado ao Junior Barranquilla, também da Colômbia.

O Verdão havia comprado 70% dos direitos de Borja em 2017 por US$ 10,5 milhões (R$ 33 milhões à época). Por contrato, o Palmeiras teria de comprar a fatia restante, caso o atacante não fosse negociado até agosto de 2019. A visão palmeirense na época era de que não havia prazo para pagamento desta quantia e planejava depositá-la após uma venda.

A Fifa, porém, deu razão ao Atlético Nacional em abril, e ainda que o Palmeiras planejasse recorrer, preferiu fazer um acordo para resolver o impasse de uma vez. Durante o imbróglio, o Verdão tentou fazer outro negócio com o time colombiano pelo lateral direito Daniel Muñoz, mas a briga por Borja dificultou, e o defensor fechou com o Genk, da Bélgica.

O empréstimo de Borja ao Junior Barranquilla é válido até o fim deste ano. A equipe colombiana terá a obrigação de comprar 50% dos seus direitos econômicos por US$ 4,3 milhões (R$ 17,5 milhões na conversão da época), se ele participar de 73% dos jogos da equipe no ano ou fizer 23 gols.

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