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Morumbi fará abertura da Copa América. Allianz recebe os outros jogos em SP

Fachada do estádio do Morumbi; casa do São Paulo vai receber a abertura da Copa América - Ricardo Nogueira/Folhapress
Fachada do estádio do Morumbi; casa do São Paulo vai receber a abertura da Copa América
Imagem: Ricardo Nogueira/Folhapress

Do UOL, em São Paulo

13/09/2018 04h00

O Morumbi será o palco da abertura da Copa América 2019. Após impasses e disputas políticas, a casa são-paulina ficará com a estreia do torneio. Preterido pra o primeiro jogo, o estádio do Palmeiras, Allianz Parque, receberá as outras partidas marcadas para São Paulo. Maracanã, Mineirão, Arena do Grêmio e Fonte Nova completarão a lista de seis estádios escolhidos para a competição.

Depois de meses de vistorias e análises por parte do Comitê Organizador da Copa América e da Conmebol, a decisão dos estádios será oficializada em reunião marcada para a próxima terça-feira (18), em La Paz (Bolívia). A expectativa é que o encontro confirme ainda o Maracanã como palco da grande final do torneio a ser realizado de 7 a 30 de junho de 2019.. (Por Jeremias Wernek e Pedro Ivo Almeida)

Corinthians: Acordo de cavalheiros põe Konami no peito

A presença do PES 2019 no principal espaço camisa do Corinthians, em partida contra o Flamengo na última quarta-feira, no Maracanã, ocorreu após acordo de cavalheiros entre o clube e a Konami, que detém o game. A empresa é dona da propriedade que fica mais abaixo, na barra frontal, e paga pouco mais de R$ 4 milhões ao clube - o acordo também inclui o licenciamento do game.

O agrado ao patrocinador acontece duas semanas após a marca PES 2019 ser "esquecida" durante 45 minutos em Corinthians x Colo-Colo, pela Copa Libertadores. Na ocasião, o clube alegou "um equívoco com a empresa que faz as estampas" por só incluir o parceiro no uniforme após o intervalo. (Por Dassler Marques)

Cruzeiro: Balanço financeiro é entregue ao Conselho Fiscal

A calorosa discussão política nos bastidores do Cruzeiro promete ter mais uma novidade em breve. O balanço financeiro de 2017, feito pela empresa BDO Brazil, ficou pronto e foi entregue ao Conselho Fiscal para que haja a aprovação das contas. Somente membros da diretoria e líderes do Conselho Deliberativo tiveram acesso ao documento, cujos números ainda não foram divulgados aos demais conselheiros. A ideia inicial da cúpula cruzeirense é apresentar os dados após as decisões contra Boca Juniors, da Argentina, pelas quartas de final da Libertadores, e Palmeiras, pela semifinal da Copa do Brasil. O primeiro balanço financeiro divulgado pelo clube, no fim de abril, apresentou superávit de R$ 30.549.615,31. Lúcio Antônio de Souza, presidente do Conselho Fiscal, assinou o documento. Os números, contudo, estariam errados, de acordo com a atual gestão do clube. Os dirigentes alegam que houve déficit e só divulgaram o documento à época para evitar uma punição da Lei Pelé. (Por Enrico Bruno e Thiago Fernandes)

Atlético-MG cogita pedido para reduzir preço de entradas

O Atlético-MG ainda não se pronuncia oficialmente, mas a UOL De Primeira apurou que o clube estuda a possibilidade de um pedido de redução dos preços de ingressos para os seus torcedores no jogo contra o Cruzeiro, pela 21ª rodada do Brasileirão, no Mineirão. A Raposa colocou a entrada para o setor que recebe parte da torcida do Galo avaliada em R$ 240. O valor foi divulgado pelos mineiros aos membros do programa Sócio do Futebol. Enquanto isso, o segundo setor mais caro custará no máximo R$ 50. Haverá meia-entrada para todos os setores do estádio. O plano do Atlético é fazer um pedido formal à diretoria do arquirrival nesta quinta-feira (13), em reunião ocorrida na Federação Mineira de Futebol (FMF). (Por Thiago Fernandes)

Juiz vê carta marcada para de Eike no Maracanã

Na sentença que determinou a suspensão da licitação do Maracanã, o juiz Marcello Alvarenga Leite, da 9ª Vara Pública do Rio de Janeiro, apontou um jogo de "cartas marcadas" no processo. O magistrado afirma que a IMX, empresa com participação acionária do empresário Eike Batista, foi a responsável pela elaboração do estudo de viabilidade técnica para a concessão por 35 anos. Assim, segundo Alvarenga, "antes mesmo da apresentação das propostas, já havia quebra do princípio da igualdade entre os concorrentes, pois o consórcio que não fosse integrado pela IMX teria de arcar com o ônus do pagamento do estudo prévio". O grupo perdedor era formado pelas empresas Amsterdam Arena e Lagardère, que, também obrigada a apresentar o estudo, teve de custear o trabalho (R$ 2,3 milhões) sem a possibilidade de reaver o gasto. (Por Leo Burlá e Pedro Ivo Almeida)