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Técnico procura tirar apreensão por Sul-Americana da rotina no Atlético-PR

Léo Pereira fez o gol da vitória atleticana sobre o Corinthians - Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians
Léo Pereira fez o gol da vitória atleticana sobre o Corinthians Imagem: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Napoleão de Almeida

Colaboração para o UOL

23/11/2018 11h32

A chance de um título continental é real para o Atlético-PR. Semifinalista da Copa Sul-Americana, o Furacão construiu uma vantagem de 2 a 0 sobre o Fluminense no jogo de ida e, na próxima quarta (28), tentará conquistar uma vaga na decisão contra Junior Barranquilla ou Santa Fé, ambos da Colômbia. Desde a partida contra os cariocas em Curitiba, o assunto ronda as entrevistas com Tiago Nunes.

Mas a arrancada no Brasileirão e a chance de conquistar uma vaga na Libertadores entrando no G6, em concorrência com o Atlético-MG, ajudaram Nunes a tirar um pouco da ansiedade de jogadores, torcida e diretoria quanto ao possível título sul-americano. “O objetivo continua sendo buscar a sexta colocação. A gente tem um saldo de gols melhor que a equipe do Atlético-MG. Então se o Atlético-MG tropeçar e a gente conseguir vencer, a gente tem grandes chances de conseguir essa vaga”, comentou o treinador após a vitória sobre o Corinthians.

Ele prosseguiu: “Está todo mundo muito apreensivo falando da Sul-Americana, mas a gente tem sido muito claro com os atletas que nosso objetivo primeiro é conquistar a vaga pelo Brasileiro. Por que é uma competição que termina antes, termina dia 2. E é uma chance real e viva que nós temos. E a partir daí, se nós conseguirmos essa vaga, e também tivermos o sucesso de passar pelo Fluminense, também tentar a vaga na fase de grupos pela competição continental.”

Finalista da Libertadores em 2005 e semifinalista da Sul-Americana em 2006, o Furacão vive a chance de conquistar sua primeira taça continental nesta temporada. Se conquistar a vaga para a Libertadores em 2019, será a sexta participação do clube na principal competição do continente na história do clube, a terceira nesta década.

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