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Melhor do Brasil? Wilson do Coritiba é o goleiro com mais defesas difíceis

Wilson pegou dois pênaltis contra o Sport: mais defesas difíceis no Brasileirão - Marlon Costa/Futura Press/Estadão Conteúdo
Wilson pegou dois pênaltis contra o Sport: mais defesas difíceis no Brasileirão Imagem: Marlon Costa/Futura Press/Estadão Conteúdo

Napoleão de Almeida

Colaboração para o UOL

30/10/2017 16h41

Herói do Coritiba na vitória por 4 a 3 sobre o Sport em Recife, Wilson é o goleiro com mais defesas difíceis no Brasileirão, de acordo com o Footstats. O índice considera difícil toda defesa em que há ação do jogador em direção a bola. Com dois pênaltis defendidos e outra defesa no rebote de um deles, Wilson assumiu a liderança do ranking no Brasileirão.

São 52 defesas difíceis em 31 jogos – Wilson atuou em todos os jogos do Coxa até aqui. A média é de 1,7 por jogo. O segundo colocado no critério é outro goleiro ligado ao Coritiba: Vanderlei, hoje no Santos, mas que foi campeão paranaense pelo Alviverde. Em terceiro aparece Victor, do Atlético-MG.

A dificultar o trabalho de Wilson o fato de o Coritiba ter só a 14ª defesa da competição, com 41 gols sofridos, enquanto que o Santos é o 2º melhor neste índice. “Sem dúvidas é um jogador fundamental. É um grande goleiro, grande pessoa, um profissional muito dedicado e que treina muito, por isso consegue fazer defesas impressionantes”, analisou o técnico Marcelo Oliveira.

Wilson também comemora o reconhecimento estatístico pelo campeonato que faz. Em entrevista ao SporTV celebrou a boa temporada. "Felizmente estou tendo mais um ano bom. Os números são bons, felizmente venho mantendo minha regularidade há alguns anos. Estou sempre os primeiros entre os números de defesas, números de ser decisivo na competição. Muitas vezes nosso trabalho não é tão valorizado, por vezes pela situação que a equipe passa", afirmou.

O que é uma defesa difícil?

O fundador do Footstats, José Eduardo Romanini, explicou o critério adotado pelo site, que monitora estatísticas em todos os jogos do Brasileirão. “As que mais dão trabalho são o desarme e as defesas difíceis. A regra geral e que o atleta precisa se deslocar, saltar. A bola a queima roupa pode ser uma difícil, mas as bolas que vão nas mãos do goleiro, não contam. Nossa equipe passa por um treinamento para coletar as estatísticas, e além dos coletores, temos nossos editores de produção, que quando se sente desconfortável para o opinar, entra uma terceira pessoa”, relatou.

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