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Liga Latina de "Mortal Kombat 11" prova que Brasil é uma potência no game

Os brasileiros que ficaram entre os melhores na Liga Latina de "Mortal Kombat 11" - Jefferson Kayo/UOL
Os brasileiros que ficaram entre os melhores na Liga Latina de "Mortal Kombat 11" Imagem: Jefferson Kayo/UOL

Jefferson Kayo

Colaboração para o START

27/01/2020 17h54

O brasileiro Wellington "Konqueror" de Castro provou ser o melhor jogador de "Mortal Kombat 11" do Brasil e também da América do Sul ao ser campeão da Liga Latina, que terminou neste domingo (26), em São Paulo. O torneio faz parte do circuito competitivo oficial do game.

Foram dois dias de muito sangue e Fatalities que reuniram, além do Brasil, jogadores da Argentina, Chile, México e Colômbia, e que provaram a supremacia do país na modalidade. Com a vitória, Konqueror agora está com a passagem garantida para Chicago, nos EUA, onde acontece o mundial de "Mortal Kombat", em março.

Os melhores Kombatentes do Brasil

O primeiro dia de competições foi dedicado à final nacional. Foram 32 participantes que decidiram, no palco da On e-Stadium, em São Paulo, quem ostentaria o título de melhor jogador do Brasil em "Mortal Kombat 11". Os seis primeiros ainda representariam o país na final latino americana, no dia seguinte.

"É a primeira vez que a gente tem um torneio de eSports no Brasil, de "Mortal Kombat", com classificatória online e uma final presencial, com vaga para a final global", explicou Ismael Crivelli, gerente do setor de Games da Warner Bros. "Isso é muito importante, é um hit muito forte para comunidade, o feedback tem sido super positivo, a gente tem engajado com todos os jogadores", comentou.

Foi graças ao sistema de classificatória online que tivemos a presença de novos jogadores na cena e que se destacaram na competição. Exemplo disso foi o jogador Madara, revelação do torneio e que garantiu sua presença na final Latam, terminando a final brasileira em terceiro lugar, e em nono lugar na final Latam.

Ismael explica que a ideia da Warner é mesclar o público dos torneios tradicionais com essa nova leva de jogadores que não tiveram a chance de debutar propriamente em campeonatos presenciais, dando uma oportunidade aos desconhecidos guerreiros das partidas online de todas as partes do Brasil.

"As pessoas que estão jogando em casa, treinando, a pessoa joga online e ganha sempre, ela acaba se sentindo confiante e [o presencial] é uma grande oportunidade para o jogador que nunca pensou em se profissionalizar de entrar em contato com os jogadores profissionais e poder, de repente, encontrar um patrocinador e lançar uma carreira", conta.

O troféu de campeão nacional ficou com Konqueror, que saiu invicto do torneio e já dando uma dica do que aconteceria também no dia seguinte.

Brasileiro Konqueror foi campeão brasileiro e latino americano de MK 11  - Jeff Kaio/UOL
Brasileiro Konqueror foi campeão brasileiro e latino americano de MK 11
Imagem: Jeff Kaio/UOL

Sub-Zero de dar frio na espinha

A final da Liga Latina contou com 16 participantes, sendo dez deles oriundos da Argentina, Chile, México e Colômbia. As seis vagas restantes foram dedicadas aos melhores combatentes brasileiros, entre eles estavam Mr. Bruno, GuiExceptional, NeoSpace e, claro, Konqueror. Os seis melhores jogadores do país, que já tinham derramado sangue no dia anterior, mereciam o lugar mais alto do pódio naquele dia.

Com quatro brasileiros no Top 8 da final da Liga Latina, o país se provou uma potência no cenário de "MK11". Apesar da dedicação excepcional dos jogadores, era preciso decidir os dois grandes finalistas da noite.

A grande final foi ente o colombiano Euphoring (de apenas 16 anos) e seu Erron Black contra Konqueror e um surpreendente Sub-Zero, um personagem para qual os jogadores profissionais do game normalmente dão pouco crédito.

Sub-Zero foi o boneco usado pelo brasileiro para ser campeão latino - Reprodução
Sub-Zero foi o boneco usado pelo brasileiro para ser campeão latino
Imagem: Reprodução

Para o brasileiro, o caminho foi mais difícil, já que ele chegou à final pela repescagem (lower Bracket). Por isso, precisava vencer um total de seis partidas para sagrar-se campeão.

Konqueror parecia possuído na disputa final e não deixou dúvidas, ali no ringue virtual, que era o combatente certo para representar não somente o Brasil como também toda América Latina na competição mundial, que acontece em março, nos EUA.

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