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Hackers em jogos de tiro online: como as empresas nacionais lidam com eles?

Douglas Vieira

Do Gamehall

06/02/2012 16h41

Não há nada mais chato do que entrar em um game de tiro online e perceber que, não importa o que você faça ou o nível da sua habilidade, sempre tem alguém que vai se sair melhor sem muito esforço: o hacker.

Para saber como é a atuação das empresas nacionais na luta contra os jogadores trapaceiros, UOL Jogos ouviu três distribuidoras para saber como cada uma age quando recebe uma denuncia ou encontra um hacker em uma sala de jogo: Level Up! (de “Combat Arms” e “Sudden Attack”), Ongame (“Point Blank”) e Aeria Games (responsável por “Special Force”).

Veja a seguir como cada uma se comporta:

Fóruns e YouTube

Para os trapaceiros, a internet é o paraíso. Além de fóruns com diversas informações, é possível ver vídeos no YouTube com demonstrações de como essas trapaças funcionam, e alguns deles até apresentam links para download dos arquivos e explicações que o deixam no ponto para “zoar” a diversão alheia.

No caso do YouTube, quando as três empresas recebem informações de algum vídeo que mostra algo ilegal sinalizam para que o Google, se possível, faça a remoção. Sobre os links presentes neles, o fechamento de sites como o Megaupload acabou ajudando um pouco no processo.

Já no caso dos fóruns a situação é um pouco mais complicada, pois muitos deles estão em outros países e isso dificulta o acesso aos gerenciadores destes sites. A saída? Continuar lutando contra os trapaceiros e contar com o apoio da comunidade.

O QUE OS JOGADORES PENSAM?

“Usar hack nada mais é do que ter sua capacidade mascarada ou alterada por um programa de computador. Isso dá uma ilusão de vitória que, além de atrapalhar o desenvolvimento próprio, atrapalha quem joga honestamente.” - Cleber Casonato, 25, auxiliar contábil e jogador de “Combat Arms”
“Pessoas que usam hack não são capazes de se garantir no jogo de maneira justa e têm que apelar para programas ilegais. Isso atrapalha toda a comunidade do jogo e estraga a diversão.” - Aline Faria, 17, estudante e primeira colocada no ranking de “Point Blank”