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Ricardo Feltrin

Assista: "The Voice" tem o menor público de todas as temporadas

Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

24/11/2020 10h26

De suas nove edições já exibidas pela Globo, o "The Voice" 2020 tem o menor público de todas em São Paulo —a praça principal e mais cara da publicidade.

O programa da Globo já ocupou três horários (domingos, quintas e agora terças e quintas).

A 9ª temporada tem até o momento 17 pontos de ibope e "share" (participação no universo de TVs ligadas) de 29,5%. Ou seja, cerca de 30 em cada 100 TVs ligadas na Grande São Paulo sintonizando o programa).

Embora alto, esse o menor índice de "share" do reality musical. Até então o mais baixo havia sido em 2015, quando foi de 34,7%.

Na edição do ano passado o "share" foi de 41,8%. Portanto, este ano sofreu uma queda relevante e incontestável.

Na semana passada o "The Voice" chegou a ficar em em segundo lugar, atrás de "A Fazenda 12", da Record.

Foi a primeira vez que isso aconteceu com o reality.

Mas, quais as possíveis causas para essa queda?

É sobre isso que o colunista Ricardo Feltrin fala esta semana em seu programa no canal do UOL no YouTube.

O cansaço do público com o formato pode ser uma das causas.

Afinal, já são nove temporadas (anos) ininterruptas do The Voice Brasil (adultos), e mais outras edições do (chatíssimo) "The Voice Kids".

Além disso ainda há outros reality shows canoros e semelhantes na própria TV aberta, como o "Canta Comigo", da Record.

Talvez seja preciso que a Globo dê um tempo no formato ou o reforme para os próximos anos.

E você, o que acha do "The Voice"? O que precisaria mudar no programa, na sua opinião?

Deixe sua opinião no sistema de comentários logo abaixo ou no canal do UOL no YouTube.

Ricardo Feltrin no Twitter, Facebook, Instagram e site Ooops

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL