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José de Abreu se irrita e detona Joaquim Barbosa: 'Seu merda'

José de Abreu criticou o ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa - Reprodução
José de Abreu criticou o ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa Imagem: Reprodução

Colaboração para Splash, em Maceió

08/03/2022 11h34

O ator José de Abreu, de 75 anos, xingou o ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, após o magistrado apontar que o "pecado" do ex-juiz Sergio Moro foi ter "confiado" no presidente Jair Bolsonaro (PL).

Por meio de seu perfil no Twitter, o ator reagiu com descontentamento à declaração de Barbosa, e questionou se a atuação de Moro na condução da Lava Jato também não teria sido um "pecado".

"Put* que pariu! E a Lava Jato, seu merda?", escreveu José de Abreu, em tom crítico a Joaquim Barbosa.

Ex-juiz responsável pela Operação Lava Jato, Sergio Moro se tornou alvo de críticas após mensagens trocadas entre os responsáveis pela investigação serem vazadas pelo site "The Intercept Brasil", e colocarem em xeque a atuação do ex-magistrado na Operação, que teria ultrapassado suas funções como juiz ao, supostamente, ter atuado como procurador e orientador da equipe responsável pela investigação em Curitiba.

Posteriormente, Sergio Moro, hoje pré-candidato à presidência da República, se tornou ministro da Justiça de Jair Bolsonaro, fato que Joaquim Barbosa disse ter sido o "pecado" cometido pelo ex-juiz.

José de Abreu é declaradamente apoiador da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e um crítico ferrenho de Sergio Moro.

Em diversas postagens nas redes sociais, o ator já detonou Moro e os demais procuradores da Lava Jato, por uma suposta "parcialidade" na condução da Operação, que levou Lula à prisão em 2018 e, consequentemente, tirou o petista das eleições daquele ano, que culminou na vitória de Bolsonaro, governo este a que Moro se juntaria meses depois, ainda em 2018.

Pouco tempo antes, Moro já havia sido criticado por, faltando alguns dias para a disputa pelo pleito presidencial na ocasião, vazar uma delação de Antonio Palocci, em um movimento que o ministro do STF, Gilmar Mendes, afirmou ter sido feito para beneficiar Bolsonaro.