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10 desejos para nós, leitores, neste 2021

Pintura de Childe Hassam - Reprodução
Pintura de Childe Hassam Imagem: Reprodução
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Rodrigo Casarin é jornalista e especialista em Jornalismo Literário. Escrevendo sobre livros, já colaborou com veículos como Valor Econômico, Aventuras na História, Carta Capital, Revista Continente, Suplemento Literário Pernambuco, Jornal Rascunho e Cândido. Integrou o júri do Oceanos ? Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa em 2018, 2019 e 2020 e o júri do Prêmio Jabuti em 2019, na categoria Biografia, Documentário e Reportagem. Vive em São Paulo, em meio às estantes com as obras que já leu e às pilhas com os livros dos quais ainda não passou da página 5.

Colunista do UOL

05/01/2021 11h07

- Que possamos finalmente nos entender ou nos encontrar com o grande livro que sempre desejamos ler.

- Que não fiquemos reféns dos melhores livros de todos os tempos da última semana nem preocupados em ler tudo o que está na moda. Cada leitor tem seu tempo; não existem leituras lentas ou atrasadas.

- Paciência para sacar qual é a pegada de livros mais desafiadores e sabedoria para identificar quais são os que valem a persistência. Na mesma linha, que a sabedoria nos ilumine para jogarmos longe porcarias que caem em nossas mãos.

- Que consigamos enxergar nosso próprio caminho na leitura, compreendendo quais são os nossos reais interesses. Leitores não devem abrir mão de sua autonomia.

- Apesar disso, que não deixemos de ter consciência do que está rolando em diversas frentes da literatura. Conhecer as próprias preferências não deve significar se isolar numa bolha.

- Em que pese o Brasil, que haja cabeça para as leituras. E que a literatura nos proporcione ótimos momentos.

- Que encontremos mais tempo para ler. E, para quem precisa ler por obrigação, mais tempo para também ler por mero prazer.

- Livros nacionais. Que leiamos muitos autores nacionais. Como é bom o momento da nossa literatura!

- Que descubramos novos grandes autores.

- E vacina. Pública, gratuita, para todos. Que venha a vacina para que possamos voltar a explorar estantes de livrarias. E para que possamos voltar a viver de verdade, afinal.

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