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Pezão se defende de críticas e explica mudança para kickboking

Ag. Fight

19/08/2017 15h17

Pezão encara Verhoeven no dia 14 de outubro, na China – Reprodução/Instagram

Antônio ‘Pezão’ voltará a lutar no dia 14 de outubro, em Gangzhou, na China. Mas o seu adversário e a modalidade causaram estranheza em muitos fãs. Isso porque o próprio atleta anunciou que fará a sua estreia no kickboxing ao encarar o holandês Rico Verhoeven, campeão peso-pesado do Glory.

Essa estranheza foi acompanhada de algumas críticas, já que a fase do ex-UFC é péssima e ele detém apenas uma vitória nas últimas dez lutas que fez de MMA (sendo nocauteado sete vezes). Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Pezão se defendeu desse comentários.

“Críticas vão sempre existir e nós temos que saber como lidar com elas. Às vezes eles nem querem criticar você, mas eles têm inveja porque queriam ser um lutador profissional e não tem esse talento. Eu sempre fui uma pessoa humilde, vim de uma família humilde da Paraíba e competi pelo mundo inteiro e algumas pessoas não aceitam isso”, afirmou o paraibano, antes de relembrar pontos de sua carreira que poderiam justificar a aceitação em atuar pelo Glory.

“Tive cinco rounds com o Mark Hunt e ficamos lutando em pé por 22 minutos. Eu nocauteei o Overeem, que foi campeão do K-1. Todo aleta tem que ser vesátil. Comecei no karatê, mas sempre treinei tudo. Não se preocupar em ser derrubado ou ficar pressionado contra a grade torna a luta mais fácil”, garantiu.

Pezão ainda se apoia em outra máxima de quando o duelo se trata de atletas da categoria dos pesados. Mesmo diante de um atleta extremamente experiente e com mais de 60 lutas no kickboxing, o brasileiro aponta para o fato de que duelo de peso-pesado é menos previsível.

“É uma luta de peso-pesado e tudo pode acontecer. Eu respeito o Rico, ele é o campeão, mas quando eu entro no ringue tudo pode acontecer”.

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