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Mídia mundial destaca falta de Cavani em Neymar: "Desentendimento cordial"

Matt Dunham/AP
Imagem: Matt Dunham/AP

Do UOL, em São Paulo

17/11/2018 11h15

A imprensa repercutiu o clima um tanto hostil entre os dois após uma falta de Cavani sobre Neymar. O uruguaio reclamou com a arbitragem, alegando que o brasileiro havia simulado, e, ao se dirigir a ele, mesmo esticando o braço para ajudá-lo a se reerguer, não aliviou a tensão ao jogar a bola em sua direção durante a vitória do Brasil por 1 a 0 sobre o Uruguai.

O “L’Equipe”, da França, onde jogam os sul-americanos, falou em “desentendimento cordial” entre os atacantes. Já o site da revista “France Football” afirmou que “a imagem que lembraremos da partida é certamente a relação fria entre Neymar e Cavani”.

Na Espanha, o “Marca” destacou o momento em que Neymar recusa a ajuda de Cavani para se levantar. “Cavani foi apertar a mão de seu parceiro de PSG, mas, Neymar, levantando-se, retirou a mão, sensivelmente irritado”, escreveu o jornal.

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“Uma tentativa de caneta que terminou em falta, assim foi o incidente entre Cavani e Neymar”, disse o “AS”, também da Espanha.

No Uruguai, o lance foi descrito como tenso pelo jornal "Ovación": “O tenso encontro entre Cavani e Neymar no Uruguai x Brasil”, escreveu.

Rusga é antiga

Em sua primeira temporada no PSG, Neymar, contratação mais cara da história do futebol, se desentendeu com Cavani por causa de uma cobrança de pênalti. O uruguaio, então obrador oficial, se recusou a deixar o brasileiro cobrar.

Durante uma outra partida do Campeonato Francês, Cavani tentou cobrar uma falta contra o Lyon, mas Dani Alves pegou a bola e não permitiu a cobrança. O brasileiro deu a bola para Neymar cobrar. No mesmo jogo, Cavani voltou a recusar dar a Neymar a chance de cobrar um pênalti.

Segundo o jornal “L’Equipe”, Cavani e Neymar chegaram a discutir no vestiário após a partida e foram separados pelos zagueiros brasileiros Marquinhos e Thiago Silva.

Os dois negaram desavenças e afirmaram que era um lance normal de jogo. O treinador do PSG na época, Unai Emery, afirmou que os jogadores deveriam entrar em acordo ou ele decidiria por eles.

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