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Conmebol estudou tirar final da Libertadores do Maracanã por alto custo

Maracanã, palco da final da Libertadores em 30 de janeiro de 2021 - Divulgação
Maracanã, palco da final da Libertadores em 30 de janeiro de 2021 Imagem: Divulgação
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Pedro Ivo Almeida e Rodrigo Mattos

Do UOL, no Rio de Janeiro

05/01/2021 04h00

A final da Copa Libertadores está confirmada para o Maracanã, no próximo dia 30. O local, no entanto, não foi exatamente uma certeza ao longo dos últimos meses. Diante de uma pandemia,a Conmebol cogitou algumas vezes tirar a decisão do icônico estádio carioca e apostar em um evento menor, em Assunção, no Paraguai, perto de sua sede. O objetivo era claro: reduzir custos.

A confederação sul-americana entende que mobilizar pessoal e preparar o estádio com capacidade para quase 80 mil pessoas demanda trabalho e custos maiores. Sem púbico, isso perderia o sentido - na visão dos cartolas. Debatido ainda no meio de 2020, o assunto voltou à pauta na última semana. Mudar toda a logística a um mês da final, no entanto, foi opção descartada por organizadores e até CBF, que responde por parte do trabalho.

Representantes da parte comercial da Conmebol ainda alertaram para o desgaste de uma terceira mudança de local de final em três anos - em 2018, o jogo de volta entre Boca e River foi para Madrid após episódios de violência em Buenos Aires; em 2019, a final saiu de Santiago para Lima por protestos no Chile. Voto vencido, o presidente da entidade, Alejandro Domínguez, não escondeu a chateação por não trocar a sede e ainda "perder" o Maracanã para uma futura possibilidade.

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