PUBLICIDADE
Topo

Notícias em primeira mão dos bastidores do futebol, informações exclusivas sobre o seu time, novidades do mercado da bola e o melhor do jornalismo esportivo em um só lugar. Só para assinantes UOL!

Árbitros relatam mudanças constantes e insegurança com instruções sobre VAR

Fernando Moreno/AGIF
Imagem: Fernando Moreno/AGIF
Exclusivo para assinantes UOL

Do UOL, em São Paulo

09/10/2019 04h00

O árbitro de vídeo ainda está longe de alcançar um grau de aceitação favorável no futebol brasileiro. Além de torcida e crítica, os próprios juízes ainda não se sentem confortáveis com o recurso. Quatro profissionais que atuam na série A do Campeonato Brasileiro e foram escalados nas últimas rodadas relataram à De Primeira uma enorme sensação de insegurança com o VAR. No meio das diversas reclamações, uma mesma constatação entre todos os ouvidos: as mudanças constantes nas orientações recebidas pelos árbitros confundem mais do que esclarecem. Diante de dúvidas cada vez maiores, o número de decisões polêmicas e erros cresce na mesma proporção.

A cada rodada, o diretor de arbitragem da CBF, Leonardo Gaciba, apresenta vídeo aos árbitros e árbitros-assistentes tentando explicar lances polêmicos dos jogos passados. No entanto, para muitos deles, há contradições nas orientações a cada semana. Algo que vale em uma rodada parece ser explicado de maneira diferente na próxima. A confusão aumenta. A coluna procurou Gaciba, através da Confederação, para falar sobre o caso. Em posição institucional enviada pela assessoria, foi explicado que o VAR é "um processo em andamento, que se consolida a cada rodada". (Por Pedro Ivo Almeida)

CBF busca "aproximar protocolo do público"

A nota enviada à coluna ainda informava que "o protocolo é o mesmo desde o início do Brasileirão. A Comissão de Arbitragem tem se dedicado a compartilhar com os clubes, torcedores e veículos de imprensa a maior quantidade possível de informações para aproximar esse protocolo de todos os públicos envolvidos com o campeonato". (Por Pedro Ivo Almeida)

Cuca dá sequência a tratamento médico e não deve trabalhar até o fim do ano

Cuca no São Paulo - Getty Images - Getty Images
Cuca não tem planos de voltar a trabalhar em campo nesta temporada
Imagem: Getty Images

Cuca não deve voltar a trabalhar até o fim deste ano. Depois de pedir demissão do São Paulo, o treinador retomou o tratamento médico. Antes de assumir o Tricolor paulista, em abril, ele havia ficado de licença para tratar de questões cardíacas. Na época, Vagner Mancini, então coordenador técnico, ficara responsável para dirigir o time durante o Campeonato Paulista. Segundo apurou a De Primeira, ele está bem, com a família, em Curitiba. Apesar de ter se desligado do São Paulo há menos de duas semanas, ele já recebeu sondagens de dois clubes - Fluminense e Botafogo para trabalhar já neste Brasileirão. O treinador, porém, nem sequer abriu conversas com as diretorias. O nome de Cuca era o preferido entre os torcedores das duas equipes cariocas. (Por José Eduardo Martins)

Fla tem ação contra empresa de caso de "pirâmide financeira" de R10

A 18K Watches, empresa que tem ligação a um possível esquema de pirâmide financeira da 18k Ronaldinho, é alvo de uma ação judicial do Flamengo. O clube cobra R$15.486,93 por descumprimento de um acordo entre as partes. Este caso, no entanto, não tem participação do ex-jogador, embora as firmas pertençam ao mesmo grupo. Com correção e juros, o valor tende a crescer. Em 2016, o Flamengo assinou contrato para que a empresa produzisse relógios com a marca do Rubro-negro. Os pagamentos previam repasses de garantia mínima mensal de R$ 2.083,33, que seriam divididos entre Flamengo e Adidas, além de uma taxa simbólica antipirataria (R$ 50) por mês. O Fla cobra a fatura do empresário Marcelo Lara Marcelino. (Por Caio Blois e Leo Burlá)

Athletico não paga indenização, e Corinthians agora só aceita vender meia

Camacho no Athletico - Gabriel Machado/AGIF - Gabriel Machado/AGIF
Entre Curitiba, São Paulo e outra cidade, Camacho ainda tem destino indefinido
Imagem: Gabriel Machado/AGIF

O Athletico prometeu publicamente indenizar o Corinthians no caso de doping do meia Camacho, emprestado até dezembro. No entanto, segundo apurou a De Primeira, o clube paranaense ficou só na promessa e, por isso, o Alvinegro não aceitará mais emprestar o atleta. O Timão agora pretende só vender o jogador que tem contrato até o fim de 2020. (Por Samir Carvalho)

Santos tenta rescindir com Bryan Ruiz para economizar R$ 6 milhões

O Santos sonha em rescindir o contrato de Bryan Ruiz até o fim deste ano. Segundo apurou a De Primeira, o clube espera economizar R$ 6 milhões em uma rescisão amigável. Este valor é a soma de todos os salários e mais encargos do costarriquenho até o fim de seu contrato, em dezembro de 2020. O problema é que a diretoria observou que o meia não está empolgado em jogar futebol e rejeita todas as possibilidades de empréstimo e transferência definitiva. (Por Samir Carvalho)

Bryan Ruiz no Santos -  Ale Cabral/AGIF -  Ale Cabral/AGIF
Bryan Ruiz não teve tantos momentos de glória assim pelo Santos
Imagem: Ale Cabral/AGIF

Torcedor do Cruzeiro vai mover ação por censura contra gestora do Mineirão

Igor Magalhães, o torcedor do Cruzeiro que relatou truculência de seguranças do Mineirão ao levantar uma faixa pedindo o afastamento do presidente Wagner Pires de Sá, moverá um processo contra a gestora do estádio. Munido de um boletim de ocorrência feito no último sábado (5), após o empate por 1 a 1 com o Inter, o cruzeirense irá à justiça por pelo menos três motivos distintos: censura, danos morais e danos materiais. Igor relatou agressão de seguranças da Minas Arena ao ser retirado do local. (Por Thiago Fernandes)

Após reação negativa, times discutem projeto de clube-empresa na Câmara

Representantes de cinco equipes da Série A participam na tarde de hoje de um debate sobre a criação de clubes-empresa no futebol brasileiro. Os dirigentes vão à Comissão de Esportes da Câmara dos Deputados, em Brasília, discutir o Projeto de Lei proposto por Pedro Paulo (DEM-RJ). A mesa-redonda acontece uma semana após a Comissão Nacional de Clubes se reunir na CBF e apontar "dúvidas e itens de sensibilidade" no PL, como alterações trabalhistas, fiscais e a possibilidade de recuperação judicial. Estarão presentes na Câmara os presidentes de Corinthians, CSA, Flamengo e Internacional, um diretor do Athletico e outros representantes de clubes de divisões inferiores. (Por Arthur Sandes)