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Renovar é 1ª opção, mas Tite cogita clubes espanhóis e descarta brasileiros

Tite durante a convocação; treinador gosta da ideia de ficar, mas só quer falar após a Copa - Luciano Belford/Agif
Tite durante a convocação; treinador gosta da ideia de ficar, mas só quer falar após a Copa
Imagem: Luciano Belford/Agif

Do UOL, em São Paulo

24/05/2018 04h00

Tite e sua comissão técnica têm manifestado o desejo grande de permanecer à frente da seleção brasileira após a Copa do Mundo, mas estudam alternativas. A pessoas próximas, o treinador tem comentado que só vê dois países europeus como possíveis destinos. Sua prioridade é a Espanha, onde entende que teria facilidade com o idioma. Em segundo lugar está a Itália, terra de ligações afetivas para ele. A volta ao mercado de clubes no Brasil, por ora, está descartada.

Tudo isso, no entanto, é preliminar, já que Tite prefere discutir a sequência de sua carreira após a Copa do Mundo. Até o momento, apesar do interesse mútuo, não houve conversa real entre a confederação e o treinador sobre renovação. Os dois lados entendem que os problemas políticos que a entidade atravessa limitaram a possibilidade de negociação no começo do ano. (Por Danilo Lavieri, Dassler Marques e Pedro Ivo Almeida)

Seleção: Bola ‘não é Jabulani’, mas deixa Taffarel alerta

Ainda que não receba grandes críticas, a bola oficial da Copa do Mundo 2018 ligou o alerta na comissão técnica da seleção brasileira. Responsável pela preparação dos goleiros, Taffarel destacou que a Telstar, bola fabricada pela Adidas, tem diferenças em relação àquela que a equipe costumava usar em amistosos e jogos das eliminatórias – modelo da Nike.

Segundo o preparador, a seleção detectou, nos amistosos de março (contra Alemanha e Rússia), que a bola tem variações maiores em suas trajetórias. Alisson, Ederson e Cássio começaram a treinar com a Telstar na Granja Comary na última quarta-feira. Serão 25 dias, além de dois amistosos, para se acostumar até a estreia no Mundial. (Por Danilo Lavieri, Dassler Marques e Pedro Ivo Almeida)

São Paulo paga multa por demitir Dorival Júnior

O São Paulo quitou a sua dívida com Dorival Júnior. Segundo apurou a De Primeira, o clube pagou a multa rescisória referente à demissão do treinador, em março, após derrota no clássico com o Palmeiras, ainda pelo Campeonato Paulista. Por causa da saída do comandante, o Tricolor precisou desembolsar cerca de R$ 1,5 milhão. O contrato assinado em julho do ano passado previa pagamento de quatro salários líquidos em caso de demissão do treinador, além dos direitos trabalhistas. Tal valor também teria de ser depositado na conta do Tricolor em caso de o técnico mudar de clube antes do término do acordo. Dorival fechou com o São Paulo após a saída de Rogério Ceni, em julho do ano passado. (Por José Eduardo Martins)

São Paulo: Lugano vai à Copa a convite da Conmebol

Diego Lugano vai para a terceira Copa do Mundo da carreira. Depois de representar o Uruguai como jogador em 2010 e 2014, o superintendente de relações institucionais do São Paulo foi convidado para viajar à Rússia em nome da Conmebol - a entidade fez convite semelhante ao técnico brasileiro Luiz Felipe Scolari. Eles atuarão como embaixadores, figuras marcantes da confederação durante o Mundial. Essa boa entrada de Lugano na confederação é celebrada pelo Tricolor e serve de exemplo sobre o que o clube pretende com a imagem do uruguaio em sua diretoria. O ex-zagueiro tem imagem respeitada no exterior e pode render benefícios o São Paulo com sua rede de relacionamentos com outros clubes, dirigentes e federações. (Por Bruno Grossi)

Fluminense: Presidente faz "força-tarefa" por Autuori

Inclinado a deixar o Fluminense, o diretor esportivo Paulo Autuori conta com a aprovação irrestrita da cúpula do clube, que foi ao centro de treinamento do Fluminense para tentar mudar os planos do
dirigente. Nesta quarta, o presidente Pedro Abad sentou à mesa com Autuori e debateu a permanência do profissional acompanhado de Fabiano Camargo, vice-presidente de futebol do Flu. Considerado firme em seus propósitos, Autuori, que está balançado pela boa relação construída com o grupo, segue muito insatisfeito com as perspectivas do clube, hoje imerso em uma grave crise política e financeira. O desejo de Abel e dos responsáveis pelo futebol tricolor é que o trabalho tenha continuidade, mas a tendência é pela ruptura. (Por Leo Burlá e Vinicius Castro)

TCM fiscaliza calçadas em Arena Corinthians e Allianz Parque

O Tribunal de Contas Municipal de São Paulo realizou fiscalização em cerca de 30 km de calçadas nos entornos dos estádios Arena Corinthians, Allianz Parque e Pacaembu. O Tribunal estima que acidentes em calçadas gerem em torno de R$ 600 milhões em custos aos serviços de saúde pública. No relatório, o entorno do Allianz Parque foi o considerado em pior estado, com problemas em 456 dos 750 imóveis da região; no entorno de Itaquera e do Pacaembu foram constatados alguns problemas por falta de manuntenção. Corinthians, Palmeiras e outros proprietários de imóveis foram oficiados para providências, e as subprefeituras para fiscalização. (Por Pedro Lopes)