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Compadre Washington se esquiva de polêmica com dançarinas do É o Tchan

Compadre Washington e Beto Jamaica cantam no circuito Barra-Ondina, em Salvador, no Carnaval de 2016, antes da volta oficial à capital baiana com trio-elétrico - Angelo Pontes/Prefeitura de Salvador
Compadre Washington e Beto Jamaica cantam no circuito Barra-Ondina, em Salvador, no Carnaval de 2016, antes da volta oficial à capital baiana com trio-elétrico
Imagem: Angelo Pontes/Prefeitura de Salvador

Felipe Pinheiro

Do UOL, em Salvador

23/02/2017 22h37

Compadre Washington se recusou a falar nesta quinta-feira (23) sobre a polêmica saída da dançarina Joyce Mattos do É o Tchan. Ela foi desligada do grupo no início de fevereiro, após o vazamento de um vídeo em que fazia críticas a ele e às condições de trabalho na banda.

Antes de sair com seu trio-elétrico no circuito Osmar (Campo Grande), em Salvador, o cantor foi questionado pelo UOL sobre o episódio, mas se esquivou da resposta. Viva o Carnaval", exclamou, olhando para sua assessora e tratando logo de mudar de assunto.

Ele disse, ainda, que a figura das dançarinas, que marcaram a época de ouro da banda com Carla Perez e  companhia, ainda se mantém relevante: "Claro que é importante porque o Tchan é música e dança".

Ele também disse não saber se haverá um concurso para escolher novas mulheres aos postos de morena e loira do Tchan. Na quarta-feira, o grupo se apresentou na capital baiana com dançarinas contratadas de uma empresa especialmente para o Carnaval -- e que ainda não são as oficiais.

"Por enquanto não [vamos fazer concurso], vamos levar nossa musicalidade e quem sabe futuramente", disse o cantor, que se apresenta na folia ao lado do grupo Pagode Total. Para ele, a longevidade Tchan, que faz 25 anos, se deve a um fator: "O segredo é a humildade".