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Sem Frescura: o tamanho do pênis é genético?

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Gabriela Ingrid

Do VivaBem, em São Paulo

25/05/2020 04h00

Você sabia que o tamanho do seu pênis tem a ver com a genética da sua família? Pois é, assim como acontece com várias características físicas das pessoas, o tamanho do pênis também varia de acordo com a herança genética dos indivíduos.

Diversos fatores devem ser levados em conta, como a etnia e o tipo de constituição corpórea herdada pela pessoa. Mas antes que você saia culpando o seu pai ou os seus avôs por não estar satisfeito com o tamanho do pênis, é bom saber que há outros fatores que influenciam esse quesito.

Um deles envolve questões hormonais durante a infância e a adolescência. A baixa produção de testosterona pode fazer com que o pênis não se desenvolva corretamente. Neste caso, o melhor a se fazer é levar a criança ou o adolescente a um especialista para que seja realizado um tratamento adequado.

De qualquer maneira, caso você queira medir o seu pênis, a forma correta de se fazer isso é com ele ereto, desde o osso púbico até a glande. A média do tamanho peniano do brasileiro é 13 centímetros e meio, mas, de novo, é apenas uma média.

Variações de alguns centímetros não são consideradas anomalias, tanto que só é considerado um micropênis se ele, ereto, tiver menos do que 7 centímetros.

A boa notícia para boa parte dos homens é que, normalmente, a impressão de que se tem um pênis menor do que a média é apenas isso, uma impressão. Muitas vezes, isso tem a ver com a forma física do indivíduo, uma vez que há a tendência de acúmulo de gordura na região pubiana. O que faz o pênis parecer menor do que realmente é.

Tem inclusive procedimentos estéticos que envolvem fazer uma lipoaspiração na região pubiana e, com isso, deixar o pênis mais exposto. O que não existe são tratamentos milagrosos para aumentar o tamanho do pênis.

Tanto que a recomendação de especialistas é simples: a não ser em casos caracterizados como um problema médico, a melhor opção é não se preocupar com isso.

Roteiro: Rodrigo Lara. Fontes: Rodrigo Madeira, urologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo; Alex Meller, urologista da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e do Hospital Israelita Albert Einstein (SP) e Jovânio Fernandes da Rosa, urologista e especialista em medicina sexual, colunista da plataforma Sexo sem Dúvida.