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Free Fire: os pro-players que começaram suas carreiras na Liga NFA

LOUD Jordan e Lzinn são duas das revelações que despontaram nos torneios da NFA - Divulgação/LOUD
LOUD Jordan e Lzinn são duas das revelações que despontaram nos torneios da NFA Imagem: Divulgação/LOUD

Thaime Lopes

Colaboração para o START

12/09/2020 04h00

O maior campeonato não-oficial de Free Fire é também uma fonte de talentos. A Liga NFA, que realiza torneios para equipes que usam emuladores, está em sua quarta edição e já tem no currículo diversas revelações do cenário de Free Fire: de Ygor "YgorX" Prado, da Los Grandes, a Jordan Silva, da LOUD.

A partir de seus desempenhos na NFA com equipes menores, alguns jogadores profissionais acabaram partindo para novos desafios e passaram a representar organizações profissionais do cenário competitivo. Confira a seguir a história de alguns desses nomes.

Todo mundo tem seu espaço

Mesmo com a participação de equipes grandes, como a própria LOUD, Deuses (da GOD) e Faz o P (da paiN), a NFA continua a dar espaço para quem está começando aparecer. YgorX credita o campeonato pelo seu crescimento profissional: "a importância da NFA na minha carreira foi absurda. Foi o campeonato que tive mais visibilidade como emulador e eu cresci junto com a NFA", comenta.

Para Marcelo Camargo, CEO da Liga, "os campeonatos são os principais medidores de desempenho e incentivadores aos jogadores do cenário, uma vez que são o maior desafio que os mesmos podem enfrentar para testar suas habilidades ou comprovar que o treinamento está válido justificando o trabalho árduo diário."

Hoje com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram e 500 mil inscritos no YouTube, ele explica que quando começou no competitivo, "a NFA era pequena e eu também. Eu tinha poucos seguidores, mas sempre consegui me destacar nas tabelas de MVP e fui crescendo."

O atual MVP da quarta temporada da Liga é Jordan, que está representando a equipe de emulador da LOUD, chamada LAUDE. Com 154 kills até agora, ele já está acostumado a ser um dos jogadores com mais abates no torneio. Quando jogava pela GOD, ele também apareceu na lista MVP em terceiro lugar ao acumular 231 eliminações.

Ele foi anunciado pela equipe de Bruno "PlayHard" em maio deste ano junto com João "LZINN", companheiro da GOD e com quem Jordan atuou também na Game Over. Juntos, eles foram campeões da Copa NFA em junho, junto com Arthur "Thurzin" Santos e Gabriel "Bak" Lessa.

Outros dois nomes que cresceram junto com a Liga são os jogadores da King of Fighters e da paiN, Lucas "Patoxy" e Williton "Since" Silva. Ambos ganharam destaque no competitivo a partir de suas atuações na NFA e Patoxy credita o campeonato por abrir as portas para a galera. "A NFA é um sonho para todos os jogadores de emulador do cenário do Free Fire. Para mim a importância foi muito grande, pois é um campeonato onde você consegue se destacar entre os melhores jogadores e conseguir ser reconhecido."

Já Since se destaca por mandar bem tanto no mobile como no emulador, tendo passado por equipes como Suicide Squad e B4. Na paiN, foi campeão da Copa Nobru com o time emulador Faz o P e aparece na lista de MVP da quarta temporada da NFA.

Vapooo campeão copa nobru ????????????

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As jogadoras

A NFA também se destaca pelos torneios dedicados ao público feminino, que geralmente encontram pouco espaço no Brasil. Hoje a Liga NFA feminina é o maior torneio para as jogadoras profissionais, com três edições já realizadas. Foi por lá que Tamires "Tami" Letícia, que atua na Série A da Liga Brasileira pela SS, começou.

Então jogadora da Las Grandes, a line feminina da Los Grandes, Tami se destacou logo na primeira edição da NFA. Para ela, o espaço fornecido pelo campeonato foi o estopim para alcançar novos patamares. "Chegou um momento que parei e pensei: 'eu quero ser a melhor nesse jogo'. Desde então comecei a me dedicar muito para poder ganhar espaço", explica.

O esforço deu certo: a SS saiu da Série C da LBFF e hoje está entre as principais equipes na primeira divisão.

Isabella "Treze" Videira, jogadora da BDL, também começou devagar no competitivo, quando representava a PM Girls. "Depois que entrei na equipe, comecei a participar de campeonatos e pensar no jogo como profissão. No primeiro campeonato que eu joguei fiquei bem nervosa, a mão até tremia, era um camp menor, mas mesmo com o nervosismo, a sensação de competir era muito melhor do que jogar só por diversão."

Com a experiência adquirida nos torneios menores, Treze foi a Suicide Squad durante a segunda temporada da NFA feminina e, depois, seguiu para a BDL, onde permanece até hoje.

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