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E3: "The Witcher 3" promete visual estonteante e muita ação em 2015

Pablo Raphael

do UOL, em Los Angeles

13/06/2014 21h05

Uma longa demonstração de “The Witcher 3: Wild Hunt” rolava atrás de portas fechadas na E3 2014. Lá, com o jogo conduzido pela CD Projekt Red, UOL Jogos viu um dos mais promissores títulos da nova geração de consoles - que, infelizmente, só chegará em 2015.

A demo começa onde termina o trailer exibido na conferência do Xbox: o feiticeiro Geralt matou um grifo e leva a cabeça do monstro, pendurada como um troféu na sela do cavalo, para a cidade de Novigrad, em busca da merecida recompensa.

O passeio pela enorme cidade é uma exibição dos gráficos detalhados e cheios de vida do game. São centenas de habitantes que tocam suas vidas, conversam, negociam e que podem ter suas existências afetadas pelos atos do jogador.

Após atravessar a cidade, é possível ver o tamanho imenso de Novigrad… e a vastidão que se abre em todas as direções, uma amostra da escala épica do mundo de “Wild Hunt”. Um mundo com muito para ver e, melhor ainda, cheio de coisas para fazer.

As missões de “Wild Hunt” se encaixam de forma bastante natural, conforme Geralt conversa com os outros personagens, tornado até mesmo pequenas missões paralelas parte integral da narrativa.

Entre os vários tipos de missões paralelas, restavam as de caçar monstros, tarefa que o bruxo realiza para ganhar a vida. As caçadas envolvem recolher informação, rastrear os monstros e, por fim, abater a criatura em sequências de combate muito empolgantes.

Dança da morte

Assim como nos jogos anteriores, Geralt conta com duas espadas (uma para humanos, outra para seres mágicos), feitiços e uma ágil esquiva, sempre pronta para salvar a pele do bruxo.

O jogador conta com o menu de inventário, armas e magias redesenhado, bem mais intuitivo do que em “Witcher 2". Também é possível usar o poder de meditação logo antes do combate, garantindo algumas vantagens para Geralt.

Os movimentos do protagonista estão muito mais suaves do que nos games anteriores, tornando o combate contra monstros míticos (inspirados no folclore bretão e nórdico) em uma verdadeira dança da morte.

As criaturas são um espetáculo a parte, com corpos exóticos cheios de detalhes, penas, garras, presas e trejeitos únicos e selvagens. As lutas entre o bruxo e suas presas são espetaculares e bem mais elaboradas do que nos jogos anteriores.

Além de golpear os inimigos, Geralt pode usar o cenário a seu favor: ao enfrentar homens-peixes em um pântano, o bruxo usou a magia Igni para acender uma bolha de gás do pântano, causando uma bela explosão que deu cabo dos monstros. Outra opção similar envolvia derrubar uma colmeia de abelhas sobre os oponentes, para confundir e enfraquecê-los.

Em 2015

A demo ainda deu uma prévia dos esquemas políticos, das intrigas e manipulações em que Geralt vai se envolver em “The Witcher 3”. Afinal, por mais aberto e livre que seja o mundo do game, a franquia polonesa é famosa pela narrativa, coisa que a CD Projekt RED promete que será preservada.

“The Witcher 3: Wild Hunt” sai em 24 de fevereiro de 2015 para PC, PlayStation 4 e Xbox One. No Brasil, o game será legendado em português.

TRAILER DE "THE WITCHER 3: WILD HUNT" NA E3 2014

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