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Mercado estima que assinar Disney+ pode custar até R$ 29,90

Chewbacca e Han Solo em cena de "Han Solo: Uma História Star Wars" - Divulgação
Chewbacca e Han Solo em cena de "Han Solo: Uma História Star Wars" Imagem: Divulgação
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

29/08/2020 09h45

A Disney ainda não tocou no assunto e se recusa a comentar quando questionada sobre o quanto vai cobrar por seu serviço de streaming, que tem lançamento marcado para o próximo 17 de novembro no Brasil e na América Latina.

No entanto, fontes do mercado ouvidas por esta coluna na semana passada não estão muito otimistas com o valor da mensalidade regular.

Sim, é possível e até provável que o serviço chegue por aqui com um valor promocional, mas isso não deve durar muito.

As previsões vão da mais otimista —R$ 19,90 nos três primeiros meses, R$ 24,90 nos seguintes— para até a mais pessimista: estreia já ao custo de R$ 29,90 mensais.

Nos Estados Unidos, o Disney+ estreou custando US$ 7 mensais, o que aqui, com dólar valorizado, custaria impensáveis R$ 38 aos brasileiros em meio à pandemia e ao desemprego e redução de salários.

Em termos de streaming, a chegada do Disney+ é provavelmente a mais badalada e esperada dessa nova plataforma de mídia.

E com uma boa razão: dependendo do gosto, a Disney tem de longe o melhor conteúdo de todas as plataformas —inclusive Netflix.

O serviço já tem mais de 60 milhões de assinantes no mundo (um terço da Nelflix) e reúne toda a produção dos estúdios Walt Disney, Pixar, Marvel, da franquia Star Wars e National Geographic —sem falar nas adoráveis produções dos canais Disney Channel.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL