PUBLICIDADE
Topo

BBB 22: Cleo Pires defende Natália após vazamento de vídeo de sexo oral

Colaboração para Splash, de São Paulo

19/01/2022 11h13Atualizada em 19/01/2022 13h25

Assim como o programa chama a atenção, quem participa do "BBB 22" também atrai os holofotes - sendo famoso ou não. Dessa vez, quem rendeu comentários na internet nas últimas horas foi Natália Deodato, e não foi por conta de uma fala ou comportamento dentro da casa mais vigiada do Brasil.

Houve o vazamento de um vídeo da participante fazendo sexo oral nas redes sociais. Com isso, a equipe da sister alegou que tomará as devidas providências. "Já temos conhecimento do vídeo que está circulando! Tomaremos as providências cabíveis!", ressaltou a equipe de Natália.

Natália  - Reprodução/Globoplay. - Reprodução/Globoplay.
Natália no seu primeiro raio-x.
Imagem: Reprodução/Globoplay.

No entanto, não apenas os confinados reagiram à exposição. Cleo Pires também se pronunciou sobre o ocorrido em seu Twitter. "O jogo virou, fofos, mexeu com uma mexeu com geral! Sinto muito, era para ser só um jogo. Espero que descubram o culpado e tomem as devidas providências", reforçou.

Além disso, Cleo complementou: "É muito sério e surreal o que rolou com a Natália. Ter a privacidade exposta sem consentimento é crime e uma violência que ninguém merece viver. Penso diferente da Natália em muitas questões, mas como mulher não posso ignorar uma situação como essa".

Em meio à situação desagradável, os administradores das contas de Deodato pediram apoio aos outros participantes do reality show. A resposta dos colegas de confinamento, por sua vez, veio em sequência. Os administradores de Laís, Luciano, Eslovênia, Lucas, Bárbara, Rodrigo, Brunna, Paulo André e Naiara pediram pelo fim do compartilhamento do vídeo íntimo e alegaram que isso era um crime.

Diante da repercussão, fãs e internautas lamentaram o crime cometido contra Natália enquanto participa do "BBB 22". Agora, o crime deverá ser julgado mediante a Lei Nº 12.737 - ou "lei Carolina Dieckmann" -, responsável por punir crimes na internet.