Maradona nega possível volta à seleção e condena AFA: "Cheia de traidores"

Amargurado e sentindo-se usado politicamente, Diego Armando Maradona não quer saber de seleção argentina. O treinador afirmou nesta segunda-feira (8) que, ainda que recebesse convite da AFA (Associação de Futebol Argentino), não voltaria a comandar a equipe nacional.
“Não. Já sou grandinho. Estou com muita vontade de fazer um monte de coisas aqui. E a seleção está cheia de traidores, então eu não volto”, afirmou Maradona em entrevista ao site Infobae. Atualmente técnico dos Dorados de Sinaloa, no México, ele guarda mágoas e alega ter sido usado com fins políticos.
“Queríamos uma nova AFA e colocamos [Claudio] Tapia [ex-goleiro, eleito presidente em março]. Eu também sou culpado, é verdade. Ele veio pedir apoio, e eu disse que sim. Disse-me um monte de coisas e não fez nenhuma, não me chamou mais. Isso é o que mais me enfurece; isso é traição. E a traidores, eu cuspo na cara”, disparou.
Maradona foi treinador da seleção argentina entre 2008 e 2010, tendo inclusive comandado a equipe na Copa do Mundo na África do Sul. Ultimamente ele tem criticado fortemente os dirigentes da AFA, inclusive chamando a entidade de “desastre”.
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