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Oswaldo de Oliveira explica derrota do Atlético-MG com desorganização

Thiago Fernandes e Victor Martins

Do UOL, em Belo Horizonte

19/10/2017 00h28

A derrota para a Chapecoense foi difícil de aceitar. Mas Oswaldo de Oliveira tentou explicar o revés do Atlético-MG, na noite dessa quarta-feira (18), pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O treinador alvinegro acredita que o resultado negativo ocorreu devido aos erros de seus comandados:

“Até o gol, tivemos outras duas boas chances. O gol da Chapecoense saiu em um gol que a gente perdeu aqui. Eu não fiz a substituição porque tinha minhas razões para o Adilson não começar. Ele estava debilitado. Conversei com eles no vestiário e disse que iria manter o time. Os jogadores tinham que melhorar a performance no segundo tempo, porque eu faria duas substituições. Mas tivemos a expulsão e ficou mais difícil com um a menos. Conseguimos empatar o jogo. Todo mundo que entrou sabia que era para explorar o contra-ataque, mas não conseguimos e levamos o gol", afirmou.

"É uma situação que sempre trabalho em meus clubes, jogar com um a menos perdendo, vencendo, da mesma forma com um a mais. Tentei organizar o time com os jogadores que entraram, mas não foi suficiente. Era para a gente resistir em nosso campo depois do empate e tentar matar o jogo em um contra-ataque de velocidade com Robinho e Otero. Já aconteceu várias vezes na minha carreira e fui bem-sucedido. É algo que a gente precisa trabalhar”, acrescentou.

O comandante do Atlético-MG acredita que o cansaço foi crucial para o rendimento de seus atletas no resultado negativo em pleno estádio Independência.

“Nós temos nos esforçado muito nesses jogos consecutivos. O jogo em Recife foi muito pesado e danificou a estrutura física da equipe. Tivemos dois dias de recuperação e não foi o suficiente para recuperar a equipe, para que ela tivesse integra e fizesse uma melhor partida”, completou.

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